terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Sito Lamas, um "artista português" (de origem brasileira???)

Não conheço um badameco alegadamente chamado Sito Lamas de lado nenhum - isto supondo que se trata de um perfil verdadeiro e não de mais uma criação virtual do animal. Nunca ouvi falar dele, sequer. O Sito Lamas, a ser verdadeiro, teria alguns problemas de "info-exclusão", porque não consegue encontrar o meu Twitter. Basta procurar por @pjreis. Outra característica curiosa do Sito Lamas é o facto de apenas existir no Facebook e no Linkedin. São as duas únicas referências ao seu "nome (?)" na Internet.


O local de trabalho do Sito Lamas seria a empresa "Hong Kong Models". Mas não é, porque a "Hong Kong Models" era (fechou em 2013..) apenas uma página do Facebook de troca de anúncios para modelos e empresas do sector da moda. O Sito Lamas não é agente da PJ de Macau nem oficial de diligências dos tribunais locais, o que retira qualquer lógica à preocupação que o rapazinho demonstra com o cumprimento das minhas penas de prisão (?) em Macau. Fui julgado recentemente por estar na posse de uma "arma branca", o martelo com que ameacei o sociopata do Leocardo, depois de ele me ter enviado um sms a desafiar-me para a pancada - mas apanhei uma pena suspensa de 3 meses de prisão, de acordo com a notificação do tribunal. Mesmo que malhasse com os ossos na pildra, teria valido a pena, só para ver a carinha de aflito do rapaz. E a verdade é que já lá vão uns bons meses sem que o blogue do sociopata bolse a habitual nojeira.


A única razão para que a 'florzinha' que está por detrás do Sito Lamas não levar o troco na mesma página do Facebook onde regorgitou parte daquilo que lhe entra pela garganta abaixo todas as noites, é o facto de eu estar suspenso de postar no FB até ao próximo dia 27 de Fevereiro. Mas aqui ficam algumas curtas observações que o comentário feito em nome deste badameco me suscitou. 
O mais provável é que o Sito Lamas seja mais um perfil falso do sociopata que, até há pouco tempo, se entretinha a postar vídeos e fotos em poses de bichona e com gestos efeminados, a encher o seu blogue de expressões relacionadas com o sexo anal entre homossexuais masculinos, a insultar meio-mundo, a reproduzir os textos mais escabrosos de Bocage e a utilizar mais palavrões que um estivador que tivesse apanhado com uma polia nos testículos – mesmo dirigidos a menores de idade.
Já estive quase a fazer um "risco ao meio" a este sociopata, com um martelo. Isso só não aconteceu porque o patarata se acagaçou, meteu o rabo entre as pernas e começou a gaguejar, indignado (?): "Mas então já não se pode conversar?" É típico deste animal, fazer entradas de leão e ter saídas de sendeiro. Veja-se o facto de, ainda hoje, andar à procura da Caravela.



Um à parte, talvez longo, mas que acho que se justifica. O facto de o sociopata ter adquirido a proeminência que tem (ou teve...?) em Macau, não abona por aí além, quanto ao nível da comunidade portuguesa. E é surpreendente como coleccionou "amizades" (?) entre a classe jornalística. Como já escrevi aqui, há bastante tempo, o blogue do sociopata é uma colecção de referências às mais escabrosas descrições de práticas sexuais, usando uma linguagem deplorável. 
Fazendo jus à cobardia com que rastejou, anónimo, pelo mundo dos blogues, durante seis ou sete anos, o sociopata tenta, agora vir outra vez buscar lã. Parece que não lhe chegou ficar tosquiado, da primeira vez..

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Como falsificar notícias - Um exemplo do jornal "Público", da autoria de Vítor Belanciano



Ocultar parte da informação é uma das técnicas utilizadas na manipulação e falsificação de notícias, através dos meios de Comunicação Social. Ao não permitir que o leitor tenha uma perspectiva global das questões que estão em causa, num dado tema, o jornalista restringe o acesso que este tem à informação. Um exemplo quase perfeito desta técnica surge na edição de hoje, dia 13 de Fevereiro de 2018, do jornal “Público”, pela pena de Vítor Belanciano.


Num texto de 4 mil caracteres, o jornalista (?) faz uma curta biografia de Kehinde Wiley, o autor do retrato oficial de Barak Obama. Kehinde Wiley é negro, também, e quem ler o texto de Vítor Belenciano não se apercebe de um pormenor fundamental da polémica que desencadeou a sua escolha para pintar o retrato de Obama – isto porque Vítor Belanciano opta por ignorar aquilo que tem sido destacado pela generalidade dos Media americanos: o pintor tem quadros onde se vê uma mulher negra com uma espada numa das mãos e a cabeça decapitada de uma mulher branca, na outra.
Mas quem ler o texto de Vítor Belanciano apenas se cruza com uma frase inócua onde se refere que “(...) detractores também não lhe faltam, existindo quem considere que a sua arte se foi tornando previsível, uma fórmula esvaziada de conteúdo.”
Sobre as cabeças decapitadas de mulheres brancas, nem uma palavra. Vítor Belanciano é um orgulhoso herdeiro e continuador dos métodos de Stalin, que mandava retocar as fotografias para fazer desaparecer dirigentes caídos em desgraça, nas muitas purgas do regime soviético.

sábado, 3 de fevereiro de 2018

"Plataforma Gueto" acusa PSP de praticar um "genocídio" dos jovens africanos...

Um grupo de activistas negros acusa a PSP de querer exterminar os jovens negros que habitam nos bairros suburbanos em redor de Lisboa. Num vídeo com legendas em inglês, os membros da “Plataforma Gueto” acusam a polícia portuguesa de matar indiscriminadamente jovens negros.
 
O objectivo desta organização é “dar voz à comunidade negra em Portugal, representando todos os irmãos e irmãs oprimidos, segregados e discriminados por este sistema (…) Plataforma Gueto não representa um território ou um bairro social, mas todos aqueles elementos do povo vítimas da opressão”, refere um texto publicado no site da “Plataforma Gueto – Buala”.
A editora do site é Marta Lança, Doutoranda em Estudos Artísticos na FCSH, Universidade Nova de Lisboa. 
 
O texto em inglês que acompanha o vídeo é elucidativo quanto à manipulação e distorção da realidade que este grupo de activistas pratica, de forma a acirrar o ódio entre negros e brancos, contribuindo assim para um extremar de posições entre estes dois grupos étnicos:

This video made by PLATFORMA GUETO describes the cases of murder of young black men, who have been targeted for genocide carried out by the Portuguese police since a few years now. These cases have received inadequate attention from the society and the Portuguese authorities, showing no more than contempt for our lives. These young people were criminalized at birth by a society and a country that only remember them when they hold them in prisons, or physically eliminate them. It's time to say ENOUGH to this genocide. We can not continue to live going by these events pretending not to see that Portugal has a serious problem of racism aimed particularly black men and women, and that is the legacy of colonial times. Ferguson is everywhere.”