quinta-feira, 28 de abril de 2016

O malandro do Mustafá e o "submisso" Expresso

O Expresso faz uma demonstração de apoio ao "whiteness" (termo que ainda não foi traduzido pelo Bloco de Esquerda mas pode ser referido como "racismo negro"), numa peça onde aborda o episódio do Palácio de Kebab.
"Dois vídeos divulgados na Internet revelam um nível de violência pouco comum na noite lisboeta. 
Num deles, um homem bate com um objeto de metal no rosto de um jovem deitado no chão, em resposta a agressões feitas por um grupo de quinze pessoas." O semanário esquerdisto-liberal consegue colocar duas imbecilidades no mesmo parágrafo e branquear (salvo seja...) o que aconteceu. Primeiro, quando diz que este nível de violência é pouco comum na noite lisboeta. Há muito pior, todas as noites, e qualquer polícia pode testemunhá-lo. Segundo, quando relata o episódio como tratando-se de "um homem" que "bate com um objecto de metal no rosto de um jovem deitado no chão." - uma descrição tendenciosa, que remete a acção mais violenta para Mustafá, o proprietário do Palácio de Kebab. Pode ter sido incompetência do/a jornalista. Ou pode ter sido aquela tendência para atribuir sempre à sociedade a culpa que cabe aos bandidos.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Amanda Kijera, uma mulher que mereceu ter sido violada

A jornalista e activista Amanda Kijera, norte-americana, estava no Haiti quando foi "repetidamente violada por um daqueles homens (um negro...) que ela tinha passado a maior parte da sua vida a defender. Doeu muito!" A activista pediu ao homem negro que não a violasse, argumentando com a dedicação do seu trabalho de activista em prol do Haiti, lembrando-lhe que "eram irmãos na luta comum para acabar com a opressão, mas sem resultado." Amanda Kijera descreve a sua experiência num longo texto, publicado online, onde lamenta que o violador "nem sequer tenha ligado ao facto de ela ser uma especialista académica em Malcom X. Ele limitou-se a mandar-me calar e a seguir esbofeteou-me. Derrotada, desisti de lutar a meio da noite."

Mas a seguir, Amanda Kijera entra num raciocínio complexo, apenas com o objectivo de desculpabilizar o negro que a violou e encontrar uma forma de culpar os brancos pelo que lhe aconteceu. Difícil de entender? De forma nenhuma, para quem conhece minimamente a forma tortuosa e doentia como os esquerdistas e liberais culpam os brancos de todos os males do mundo. E em duas penadas, Amanda Kirjenar arruma a sua dolorosa violação no regaço da raça branca: "Os homens negros têm todo o direito a ter a fúria que têm, como reacção à sua posição na hierarquia global, mas a sua fúria está mal dirigida (...) As mulheres não são a origem da sua repressão; as políticas opressivas e o ainda não resolvido patriarcalismo branco que ainda domina o palco global, estes sim, são a origem."

Amanda Kijera merecia ser violada por toda a assistência de um estádio de futebol, na final da Taça do Haiti. De notar ainda que, fazendo jus ao ditado que diz que quem sai aos seus não degenera, o filho de Amanda saiu não a público, mas online, em defesa da mãe. Prova também de que este tipo de sub-espécie aparentada com os seres humanos se reproduz e passa as suas características para os seus descendentes.

domingo, 24 de abril de 2016

Diário de Notícias aposta no racismo negro

Na sua edição de hoje, o Diário de Notícias faz uma chamada de primeira página e duas páginas no interior com um estudo que distorce e extrapola dados parciais para um universo geral. "Segregação 80 % dos alunos africanos são empurrados para o ensino profissional" - é o título de primeira página. Lá dentro, um artigo de primeira página tem o título "Sinais de 'racismo institucional' nas escolas portuguesas". Um estudo de Pedro Abrantes e Cristina Roldão (1), do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (um coio de esquerdistas ligado ao ISCTE) diz o jornal, "identifica sinais de 'segregação' e até 'racismo institucional' nas escolas portuguesas, tendo como alvo a população afrodescendente".

A seguir, o jornal garante que "o estudo assenta em indicadores objectivos, retirados de dados oficiais do Ministério da Educação." Dados que "não figuram nas estatísticas oficiais publicadas pela tutela" mas que os investigadores "foram autorizados a recolher  e a tratar." Lá para o final do artigo, começam a revelar-se alguns factos estranhos. O director da Associação Nacional de Directores Escolares, Manuel António Pereira, alerta para o facto de "uma boa percentagem" dos alunos que contribuiram para as estatísticas do estudo frequentarem "escolas suburbanas, onde a realidade social, económica e política é diferente do resto do país."

Trocado por miúdos, isto significará que não foi tido em conta o número de estudantes não-africanos (os chamados "portugueses autóctones", como liberais e esquerdistas costumam dizer) que, por esse país fora, optam pelo ensino profissional. Caso esses dados fossem tidos em conta, a percentagem de estudantes africanos que seguem o ensino profissional seria mais reduzida. Começa aqui a perceber-se que este estudo se baseia numa amostra estatística distorcida. Um dos autores do estudo, Pedro Abrantes, tenta atamancar as coisas, adimitindo que, para além dessa distorção, nos resultados sobre o acesso ao ensino superior "pode haver algum impacto de uma menor procura de alunos dos países de língua portuguesa." Aqui, o investigador começa por admitir que ele e a co-autora do estudo poderão ter errado, ao não ter em conta esse impacto. Mas logo a seguir defende-se, afirmando que esse impacto não chega para explicar os números. Pois. Mas se tem impacto, e se isso foi detectado, porque é que não foi tido em conta?

Nos últimos parágrafos, percebe-se que há ali gato. Primeiro, referem-se os dados estatísticos sobre o número de estudantes nacionais de países africanos de língua portuguesa - dados que figuram nas estatísticas oficiais - e Pedro Abrantes admite que "uma parte da análise foi baseada neste universo" dos estudantes estrangeiros, originários dos PALOP. Estes, dividem-se em 6.541 alunos no ensino profissional e 1.533 nos cursos gerais. Portanto, estamos perante a terceira distorção dos dados utilizados para se concluir que 80% dos estudantes africanos, em Portugal, são "empurrados" para o ensino profissional. Infelizmente, Pedro Abrantes não revela qual foi o peso deste universo no seu estudo (?), apenas admite que "uma parte da análise" foi baseada nele.

O investigador tem a amabilidade de confessar, já no final do artigo, que há um quarto aspecto que revela mais uma distorção dos dados estatísticos utilizados para uma conclusão tão violenta. Nesta análise, foram integrados também dados sobre os alunos africanos que já nasceram em Portugal "mas cujos pais são africanos" (presume-se que, com esta frase, o DN queira identificar os nascidos em África...) A seguir, uma frase espantosa, em termos de precisão estatística: "Nesse caso o universo é bastante maior (cerca do dobro) mas aí não temos um número exacto, pois o Ministério da Educação não recolhe informação sobre a nacionalidade e a naturalidade dos pais, no universo do sistema educativo e, portanto, trabalhamos com amostras." Portanto, nesta matéria, não há dados estatísticos oficiais absolutamente nenhuns, mas sabe-se que são o dobro (?) e ignora-se qual foi a sua contribuição, em termos de peso, nos resultados finais.

Nenhuma destas falhas impediu os autores do estudo (?) de chegar à conclusão que, provavelmente, mais satisfaz as suas inclinações políticas de esquerda liberal anti-branca: a escola portuguesa é racista.... Nota ainda para o habitual artigo de submissão ao racismo negro, uma reportagem na Escola Secundária Dr. Azevedo Neves, (da autoria de Pedro Miguel Neves) descrita como um paraíso (admitindo-se, no entanto, que "seria utópico pintar um cenário perfeito"). Esta escola, pelos vistos, é um exemplo que foge à média do estudo(?), uma vez que 68 % dos alunos escolhe a via profissional. Destaque para uma docente que tem afirmações claramente racistas. Ana Baltazar, professora de Design de Moda, afirma que este é o seu primeiro ano lectivo naquela escola e refere que veio de Cascais: "(...) há um choque gigante de realidades, mas prefiro mil vezes estes miúdos." A escola tem uma "maioria de alunos africanos", mas não se diz qual a percentagem. Sabe-se apenas que tem mais alunos africanos do que qualquer outra escola do país.

Em suma, um estudo discutível, pela natureza dos dados estatísticos em que se baseia, permite uma conclusão chocante. Mais chocante ainda é o facto de o jornalista autor do texto, Pedro Sousa Tavares, se limitar a engolir a papinha feita que lhe deram, sem questionar os pontos fracos do referido estudo e avançando para o título bombástico, criando mais um motivo de vitimização para a comunidade africana portuguesa.

(1) - Cristina Roldão, por mero acaso, é de origem cabo-verdiana. Num outro artigo publicado no jornal Público, esta investigadora defende a realização de estatísticas raciais, tal como acontece nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha. Cá para mim, parece-me a única boa ideia que pode ter saído daquela cabeça.

sábado, 23 de abril de 2016

Tayeb Habib, o ódio dos que pregam a religião da paz

Tayeb Habib é um negacionista do Holocausto. Muçulmano de origem paquistanesa, natural de Moçambique, foi o responsável por um fórum chamado Comunidade Islâmica na Web, agora desactivado, onde muitos muçulmanos "portugueses" aproveitavam para dar vazão ao seu ódio pela sociedade portuguesa, pelos "infiéis" e, acima de tudo, pelos judeus. A violência das posições tomadas chegou a tal ponto que o engº Tayeb Habib resolveu desactivar o fórum e criar um outro, aberto apenas a muçulmanos, como forma de impedir que os "kuffirs" se apercebessem da verdadeira face destes pregadores do ódio.

Para se ter uma ideia do calibre deste indivíduo que, infelizmente, goza de todos os direitos normais de uma democracia ocidental, como cidadão "português", leiam-se estas "pérolas":
"Não sei porque náo devemos ler o que os revisionistas da história nos dizem. Uma coisa é certa e posso dizer pelo que ví em Auschwitz. Os alemães por mais eficientes que fossem não conseguiriram lá matar o número dos judeus que dizem que foram mortos. Porque não era só matar mas livrar-se dos corpos. Os sérivos que o digam da guerra dos Balcãs."
"Creio que é importante que se digam as verdades históricas e não se deturpem. Os judeus foram alvo de um holocausto. Mas o número que se diz de 6 milhões cada vez mais se prova ser falso. Não é fácil fazer desaperecer um milhão de corpos quanto mais seis. Em Auscwitz era imprático matarem-se o número dos judeus que dizem ter morrido lá."

Mas o engº Tayeb Habib tem uma virtude, por incrível que pareça: em certas questões, é sincero. Por exemplo, a sua opinião em relação à Sharia, nesta troca de galhardetes com o blogue "Máquina Zero": "Os muçulmanos onde estão em maioria têm o direito de implementar a lei de Sharia, porque este é um direito inalienável dos mesmos, se a democracia tem algum significado ou se é mesmo uma fantochada."
Portanto, já sabem: no dia em que os muçulmanos forem a maioria, em Portugal, todos os não-muçulmanos apanharão em cima com a Sharia e o seu cortejo de morte, apedrejamentos e amputações, sem esquecer a relegação da mulher a um objecto sem valor.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Homossexuais suicidas


Num extenso texto de 6.700 caracteres, um grupo de imbecis que dirige um site em nome da organização "Rumos Novos - Homossexuais católicos" dedica 550 caracteres ao facto de "nos 70 países onde a homossexualidade ainda é perseguida penalmente e os 8 que a castigam com pena de morte, há uma religião que dá o principal suporte moral e doutrinal a tal repressão. Não temos mais que recordar horrorizados as execuções de pessoas homossexuais lançadas de torres e terraços pelos fundamentalistas do ISIS. Mas o problema não é só muçulmano: em países de tradição cristã, os delitos de ódio contra homossexuais são cometidos principalmente por fundamentalistas cristãos e a principal fonte de homofobia procede de núcleos cristãos."
E por aqui se ficam estes atrasados mentais destes homossexuais católicos, sem sequer identificar a religião que mata os seus companheiros como sendo o Islão e apenas referindo a palavra "muçulmano" uma única vez. O resto do texto é gasto a atacar a Igreja católica, os movimentos cristãos fundamentalistas e os extremistas católicos que, no entender destas abéculas, constituem o maior perigo de vida para os homossexuais. Como prova de que os cristãos perseguem os homossexuais de uma forma mais violenta (????) de que os muçulmanos, estes mentecaptos alegam que "dados de 365gay.com assinalam que no Reino Unido 17% dos adolescentes homossexuais sofreram ameaças de morte. Na Alemanha 66% dos jovens homossexuais menores de 27 anos foi agredido por membros da sua própria família e 27% foram vítimas de provocação dos seus professores." 
Ao que consta, em nenhum destes países houve homossexuais enforcados, como no Irão, nem atirados do alto de um edifício, como faz o ISIS. O que levará esta gentalha a ignorar a chacina que os muçulmanos fazem, entre os homossexuais? Não será, necessariamente, simples ignorância, uma vez que foram capazes de apurar que há 70 países onde a homossexualidade é crime e oito onde esse crime é punido com a pena de morte. Como é que é possível serem tão estúpidos e tão suicidas? Acham que, por terem uma atitude apaziguadora não serão atirados do alto de um prédio de três andares, algures na Mouraria, futura "zona islâmica independente"? Se acham que sim, merecem mesmo esse destino. Quem aos seus inimigos se junta, às mãos lhe morre.

Muçulmanos Assassinos entre nós...(II)

Um grupo de jovens muçulmanos, descendentes de emigrantes turcos a viver na Holanda, debate a questão dos judeus, do nazismo e da Palestina. Todos eles, sem excepção, manifestam a sua admiração por Hitler e concordam com a necessidade de exterminar todos os judeus. O Islão, de facto, é uma religião de paz...

Uma nação muçulmana dentro da nação portuguesa

Em França, milhares de muçulmanos bloqueiam as ruas, quando chega a hora das orações. A lei francesa proíbe-o, mas eles fazem-no na mesma, recorrendo até a seguranças privados. A polícia tem ordens do governo para não intervir. Esta ocupação das ruas tem um significado smbólico, de apropriação ou conquista do terreno. Quando um muçulmano reza num determinado local, está a reclamar esse local para o Islão, para Alá. Os muçulmanos "portugueses" fizeram, recentemente, o mesmo, na praça Martim Moniz. Nunca, até então, tinham revelado esta "falta de espaço" para rezarem. De repente, quando acharam que o seu número era suficiente, saíram à rua. Esta é a segunda fase da evolução das comunidades muçulmanas em países ocidentais. 
A primeira é a dissimulação, e corresponde a uma manipulação da sua religião, de forma a aparentar tratar-se de uma religião de paz, compatível com a Democracia e com os Direitos Humanos. A segunda fase é a conquista de "terreno", em todos os aspectos: físico, social, cultural e político. A terceira fase é a reclamação de um estatuto de excepção que permita aos muçulmanos estarem isentos do exercício da autoridade do Estado, permitindo-lhe construir "nações dentro de nações" - tudo isto tendo como pano de fundo a política suicida de emigração, praticada pelo governo e a explosão demográfica da comunidade islâmica, facilitada pela prática da poligamia.
Um importante conquista dos muçulmanos, em Portugal, é a construção de uma mesquita na Mouraria, já prometida pelo governo. Trata-se de uma zona propícia à edificação da primeira "no-go area", controlada por muçulmanos, em Portugal.
Prova de que esse estatuto de excepção está já em construção é o facto de Portugal ter, pelo menos, um tribunal islâmico que aplica a Sharia, a lei islâmica e que funciona na Mesquita de Lisboa, na Praça de Espanha. Sendo o Alcorão muito claro na ordem para cortar a mão aos ladrões, é caso para perguntar quantas amputações já terá o Xeque Munir, juiz do "Tribunal Islâmico de Lisboa" ordenado...

quinta-feira, 21 de abril de 2016

THE MURDERERS AMONG US



"And therefore think him as a serpent's egg / 
Which hatch'd, would, as his kind grow mischievous; / 
And kill him in the shell."
William Shakespeare

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