quinta-feira, 28 de abril de 2016

O malandro do Mustafá e o "submisso" Expresso

O Expresso faz uma demonstração de apoio ao "whiteness" (termo que ainda não foi traduzido pelo Bloco de Esquerda mas pode ser referido como "racismo negro"), numa peça onde aborda o episódio do Palácio de Kebab.
"Dois vídeos divulgados na Internet revelam um nível de violência pouco comum na noite lisboeta. 
Num deles, um homem bate com um objeto de metal no rosto de um jovem deitado no chão, em resposta a agressões feitas por um grupo de quinze pessoas." O semanário esquerdisto-liberal consegue colocar duas imbecilidades no mesmo parágrafo e branquear (salvo seja...) o que aconteceu. Primeiro, quando diz que este nível de violência é pouco comum na noite lisboeta. Há muito pior, todas as noites, e qualquer polícia pode testemunhá-lo. Segundo, quando relata o episódio como tratando-se de "um homem" que "bate com um objecto de metal no rosto de um jovem deitado no chão." - uma descrição tendenciosa, que remete a acção mais violenta para Mustafá, o proprietário do Palácio de Kebab. Pode ter sido incompetência do/a jornalista. Ou pode ter sido aquela tendência para atribuir sempre à sociedade a culpa que cabe aos bandidos.

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