terça-feira, 26 de abril de 2016

Amanda Kijera, uma mulher que mereceu ter sido violada

A jornalista e activista Amanda Kijera, norte-americana, estava no Haiti quando foi "repetidamente violada por um daqueles homens (um negro...) que ela tinha passado a maior parte da sua vida a defender. Doeu muito!" A activista pediu ao homem negro que não a violasse, argumentando com a dedicação do seu trabalho de activista em prol do Haiti, lembrando-lhe que "eram irmãos na luta comum para acabar com a opressão, mas sem resultado." Amanda Kijera descreve a sua experiência num longo texto, publicado online, onde lamenta que o violador "nem sequer tenha ligado ao facto de ela ser uma especialista académica em Malcom X. Ele limitou-se a mandar-me calar e a seguir esbofeteou-me. Derrotada, desisti de lutar a meio da noite."

Mas a seguir, Amanda Kijera entra num raciocínio complexo, apenas com o objectivo de desculpabilizar o negro que a violou e encontrar uma forma de culpar os brancos pelo que lhe aconteceu. Difícil de entender? De forma nenhuma, para quem conhece minimamente a forma tortuosa e doentia como os esquerdistas e liberais culpam os brancos de todos os males do mundo. E em duas penadas, Amanda Kirjenar arruma a sua dolorosa violação no regaço da raça branca: "Os homens negros têm todo o direito a ter a fúria que têm, como reacção à sua posição na hierarquia global, mas a sua fúria está mal dirigida (...) As mulheres não são a origem da sua repressão; as políticas opressivas e o ainda não resolvido patriarcalismo branco que ainda domina o palco global, estes sim, são a origem."

Amanda Kijera merecia ser violada por toda a assistência de um estádio de futebol, na final da Taça do Haiti. De notar ainda que, fazendo jus ao ditado que diz que quem sai aos seus não degenera, o filho de Amanda saiu não a público, mas online, em defesa da mãe. Prova também de que este tipo de sub-espécie aparentada com os seres humanos se reproduz e passa as suas características para os seus descendentes.

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