sexta-feira, 22 de abril de 2016

Uma nação muçulmana dentro da nação portuguesa

Em França, milhares de muçulmanos bloqueiam as ruas, quando chega a hora das orações. A lei francesa proíbe-o, mas eles fazem-no na mesma, recorrendo até a seguranças privados. A polícia tem ordens do governo para não intervir. Esta ocupação das ruas tem um significado smbólico, de apropriação ou conquista do terreno. Quando um muçulmano reza num determinado local, está a reclamar esse local para o Islão, para Alá. Os muçulmanos "portugueses" fizeram, recentemente, o mesmo, na praça Martim Moniz. Nunca, até então, tinham revelado esta "falta de espaço" para rezarem. De repente, quando acharam que o seu número era suficiente, saíram à rua. Esta é a segunda fase da evolução das comunidades muçulmanas em países ocidentais. 
A primeira é a dissimulação, e corresponde a uma manipulação da sua religião, de forma a aparentar tratar-se de uma religião de paz, compatível com a Democracia e com os Direitos Humanos. A segunda fase é a conquista de "terreno", em todos os aspectos: físico, social, cultural e político. A terceira fase é a reclamação de um estatuto de excepção que permita aos muçulmanos estarem isentos do exercício da autoridade do Estado, permitindo-lhe construir "nações dentro de nações" - tudo isto tendo como pano de fundo a política suicida de emigração, praticada pelo governo e a explosão demográfica da comunidade islâmica, facilitada pela prática da poligamia.
Um importante conquista dos muçulmanos, em Portugal, é a construção de uma mesquita na Mouraria, já prometida pelo governo. Trata-se de uma zona propícia à edificação da primeira "no-go area", controlada por muçulmanos, em Portugal.
Prova de que esse estatuto de excepção está já em construção é o facto de Portugal ter, pelo menos, um tribunal islâmico que aplica a Sharia, a lei islâmica e que funciona na Mesquita de Lisboa, na Praça de Espanha. Sendo o Alcorão muito claro na ordem para cortar a mão aos ladrões, é caso para perguntar quantas amputações já terá o Xeque Munir, juiz do "Tribunal Islâmico de Lisboa" ordenado...

13 comentários:

  1. O Medina de Lisboa não pode ser eleito.

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  2. Basta verem em que situação os franceses estão, derivado à fálta de pulso que tiveram para conter esta gente. 5 orações diárias, 3 delas em pleno dia e com ruas bloqueadas.

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  3. Soltem porcos nas ruas, eles não andam onde esses animais passam, dizem ser impuros...eles não tocam , não comem, eles abominam este animal...Essa é a maior arma contra esses Bodes velhos!

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  4. Deixaram entrar agora tem que faze-los sair.Volatar para sua origem,senão sera tarde de mais.

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  7. É esta a herança que estamos a preparar para deixar aos nossos filhos e netos ? Que vergonha ... esta Europa e estes líderes europeus... JP

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