terça-feira, 29 de novembro de 2016

Luís Miguel Fernandes Crespo a.k.a. "Leocardo", Para a Cadeia, Já!

Prendam também o Tayeb Habib e o Renato Teixeira 
antes que comece a morrer gente!!!

CRIMES COMETIDOS

1) Luís Crespo

- Repetidas imputações, feitas através da publicação de notas e comentários nas páginas do Facebook, acusando várias pessoas, tanto em Macau como em Portugal, (a) de professarem a ideologia nazi, uma ideologia cuja prática é proibida e punida por lei, em ambos os ordenamentos jurídicos, constituindo isso, per si, um crime;  

- Repetidas imputações, acusando diversas pessoas de serem islamófobas, não no sentido corrente e normal deste termo (alguém que "tem aversão ao Islão ou àquilo que é islâmico"), mas no sentido de se tratar de pessoas que actuam, premeditadamente, com cúmplices, na constituição de organizações cujo objectivo seria, alegadamente, proceder à concretização de "acordo com vista à prática do genocídio", "incitamento ao genocídio" e à própria "prática do ggenocídio" - crimes claramente previstos nos artºs 230º, 231º e 232º do Código Penal de Macau;

Em todos esses casos, as pessoas vítimas dessas acusações sem fundamento rejeitaram e rejeitam essas imputações que, por sua vez são tidas, por esses mesmos visados como constituindo prática comprovaada dos crimes de difamação e injúria, punidos pelo Códigos Penais de Portugal e Macau;




2) Renato Teixeira

3) Tayeb Habib: Incitamento ao genocídio, negação da existência do Holocausto, tentativa declarada publicamente, de substituição do sistema politico português e sua base fundamental, a Constituição, alicerçados nna Declaração Universal dos Direitos Humanos e Carta das Nações Unidas, bem como na Lei e no Estado de Direito, por um sistema religioso, baseado no Islão e na Sharia, a Lei Islâmica; apoiante público e confesso da prática de actos terroristas, através da sua defesa dos princípios e objectivos de Said Outb, o ideólogo da organização terrorista Al Qaeda (a)

(a) Todos estes actos, declarações e comportamentos constituem, pela sua natureza, crimes públicos, cabendo ao Ministério Público com tutela penal sobre eles, dados os llocais diferentes onde foram cometidos, a obrigação de proceder criminalmente contra os seus autores, sem necessidade de apresentação de queixa formal por parte de terceiros;



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