quinta-feira, 24 de novembro de 2016

O que é que o "Leocardo", também conhecido como Luís Crespo, quer? Suicidar-se? Ser "suicidado?

"Islamofobia é uma palavra criada por fascistas e usada por cobardes para manipular idiotas."
(autor anónimo contemporâneo)

"British Muslims are becoming a nation within a nation and many of them hold very different values from the rest of society and want to lead separate lives. Those with separatist views are far more likely to support terrorism."
(...)
“In my view, we have to adopt a far more muscular approach to integration than ever, replacing the failed policy of multiculturalism."
(...)
"Everyone who has pinned their hopes on the rise of reforming and liberal British Muslim voices are in for a disappointment"
(...)
"There is a chasm opening up between Muslims and non-Muslims on such fundamentals as marriage, relations between men and women, schooling, freedom of expression and even the validity of violence in defense of religion."
(...)
"We have ‘understood’ too much, and challenged too little – and in doing so are in danger of sacrificing a generation of young British people to values that are antithetical to the beliefs of most of us, including many Muslims."




Sir Trevor Phillips
Head of the Equality and Human Rights Commission between 2003 and 2012
"Architect" of the introduction in UK of the concept of "Islamophobia" in 1996


Há um bom par de anos, ao procurar por uma história qualquer que tinha publicado no Hoje Macau, dei de caras com um post de 2010 que me era dedicado, num blogue chamado "Bairro do Oriente" e assinado por um tal de "Leocardo". Tratava-se de um texto a chamar-me idiota, por outras palavras. O autor afirmava que se recordava de mim sobretudo por causa do “Dependente – o jornal de todos os lobbies” (um semanário humorístico que eu publiquei durante alguns meses, em 1995) mas "que era de um humor tão privado que provavelmente só o próprio Paulo lhe achava graça" - um "Dependente" a roçar a imbecilidade, portanto, na subtil alusão do tal "Leocardo". Citando uma reportagem do Ponto Final, do dia 19 de Março de 2010, sobre blogues de Macau, o autor do post aproveitava para assinalar que eu não tinha melhorado com o tempo.

No paralelismo que estabelecia entre o "Dependente" e o "Macau Dazibao", um blogue que eu tinha criado em 2010, o tal "Leocardo" salientava que, sendo o humor do "Dependente" "tão privado" que apenas eu o entendia, "mesmo agora", no Macau Dazibao, eu contava umas "umas estórias cheias de enredo e intriga" que lhe "passaram completamente ao lado". Claro que era preciso ter em conta, como explicava o tal "Leocardo", nesse post, que ele, entre a data em que chegou a Macau, em 1993 e "até muito pouco tempo antes da transição, andava mais ocupado a papar gajas do que com as intrigas políticas locais, os jornalistas 'videirinhos' (lol, nem me lembrava desta palavra) ou os processos judiciais por 'dá cá aquela palha' - duas referências, entre aspas, retiradas de textos meus publicados naquele blogue e que diziam respeito a polémicas locais, relacionadas com a Justiça, os Tribunais, a comunicação Social e as 38 queixas-crime que foram apresentadas contra mim, pelo então presidente do Supremo Tribunal de Justiça de Macau, Farinha Ribeiras.

Numa tirada cheia de elegância, o tal "Leocardo" ridicularizava especialmente o facto de eu ter escrito que os jornalistas, em Macau, apanhavam processos por “dá cá aquela palha”: "Se fosse para comer palha tinha indo antes para Abrantes, que não é assim tão longe da minha 'Santa terrinha”, escrevia o tal "Leocardo". Para colocar a cereja no cimo do bolo, o tal "Leocardo", generosamente, admitia reconhecer "interesse" ao meu blogue “Macau Dazibao” porque, diz, "explica muito da nossa 'brave presence' em Macau depois de 1999 (?)". Confesso que, neste caso, fiquei sem perceber se era um elogio, se era um insulto como os anteriores.

Na altura, li aquele relambório duas ou três vezes, a pensar se lhe deveria dar uma resposta ou não. Mas reparei que, nas primeiras linhas do texto, o tal "Leocardo" começava logo por me classificar como "um verdadeiro enfant-terrible da imprensa de Macau". Esta demonstração de analfabetismo e de exclusão vocabular, aliada ao facto de o autor dizer que, em 1995, "andava mais ocupado a papar gajas do que com as intrigas políticas locais" levou-me a desistir da ideia de dar troco. Nunca fui um "enfant-terrible", no jornalismo de Macau ou em qualquer outro sítio ou actividade. Um "enfant-terrible", por definição, é alguém que faz questão de chocar as outras pessoas, que parte a loiça-toda, que tem comportamentos inesperados, iconoclastas, que não respeita tradições, que é fortemente não ortodoxo, inovador ou de vanguarda.

João Pereira Coutinho foi, a dada altura, um "enfant-terrible" do jornalismo português. Lobo Antunes, como titulou o "Observador", numa entrevista com ele, foi o "enfant-terrible" da literatura portuguesa. Balotelli, o genial mas sempre imprevisto e inesperado Balotelli, foi o "enfant-terrible" do futebol italiano. Ana Gomes ainda hoje é a "enfant-terrible" do PS, para grande dor de cabeça do pobre António Costa – ninguém consegue adivinhar ou prever o que ela vai dizer ou fazer. Em 1995, no auge da repressão "vieirista" contra os jornalistas - uma política que me tinha levado à demissão do Gabinete de Comunicação Social, em 1993 - o presidente do Supremo Tribunal de Justça apresentou 38 queixas-crime contra mim, na qualidade de director da Gazeta Macaense.

Com o caso em Tribunal, comecei por ser alvo de uma  medida absolutamente original, nunca antes aplicada em território português ou sob administração portuguesa, no pós-25 de Abril: fui obrigado a pagar uma caução carcerária de 15 mil patacas, para poder aguardar o julgamento em liberdade, uma vez que o queixoso, juiz Farinha Ribeiras, tinha solicitado ao Tribunal que eu fosse colocado em prisão preventiva. Entre o pau ir e vir, o julgamento começar e acabar - meu e do meu colega António Ramos André - e os recursos transitarem em julgado, o "Committee to Protect Journalists" colocou uma carta minha, intitulada "Codes of Silence", a abrir o livro publicado com o seu relatório anual sobre a situação da Liberdade de Imprensa no mundo, naquele ano. Mais adiante, a Amnistia Internacional anunciou que, caso a sentença fosse de prisão efectiva, nos nomearia - a mim e ao António Ramos André - "prisioneiros de consciência", em nome da Liberdade de Imprensa.

Fui julgado em sete casos, resultantes das 38 queixas, absolvido de tudo o que escrevi e condenado por algo que não escrevi mas publiquei, um texto do semanário "Tal & Qual". O Ramos André foi absolvido também, em relação à autoria de quatro textos de opinião, se a memória não me falha. Entretanto, eu tinha sido despedido de director da Gazeta Macaense (e o Ramos André também, por arrasto), ainda antes do julgamento, depois de rejeitar um pedido do proprietário, o advogado José Manuel Rodrigues, para não criticar, no jornal, o então secretário-adjunto para a Administração e Juventude, Jorge Rangel (hoje presidente do Instituto Internacional de Macau). Dois meses depois, José Manuel Rodrigues foi agraciado com um dos lugares de deputado na Assembleia Legislativa, por nomeação do Governador Rocha Vieira.

Por esta amostra se pode ver que aqueles tempos foram interessantes mas complexos. Consigo perceber que um jovem do género do tal "Leocardo", saído há pouco da adolescência, recém-chegado a Macau, com uns frescos 20 aninhos, cheio de hormonas até às orelhas, como é próprio dessa idade, tivesse ficado obcecado apenas em "papar gajas", não prestando atenção a absolutamente mais nada do que acontecia à sua volta. Eu, quando cá cheguei, já tinha 28 anos, era casado e tinha um filho com quase três anos. Não andava aos saltos pelas vielas do território, com a espuma a escorrer pelos cantos da boca, à procura de gajas para "papar". Depois dessa reflexão, acabei por decidir ignorar o post "Macau Dazibao", pubicado no "Bairro do Oriente", pelo tal "Leocardo". Não sabendo nada da vida dele, tive o "feeling" de que haveria fortes hipóteses de ainda continuar a levantar poeira, pelas ruas da cidade, na sua frenética caça de gajas para "papar", tendo prolongado essa prática venatória para além de 1999. E digo isto porque, entre outras razões, num post de Abril de 2010, o tal "Leocardo" referia, como se tivesse acontecido na véspera, ter o hábito de colocar um "Koh-Kae (amendoim tailandês, coberto com uma camada crocante de vários sabores) no umbigo das gajas" que andava a papar "e depois comer de lá".

E assim, apagou-se-me o tal "Leocardo" da memória, mais o seu nefando post, depois deste rápido cruzamento, que reputo ter sido por volta de 2011. Era, pelas razões que atrás referi, um daqueles casos em que o universo virtual é fértil. A gente lança o dedo numa tecla decomputador e sai um deles a sorrir e a saltitar, hílare e jovial, satisfeito consigo próprio por ser tão esperto, mas sem perceber qual é diferença entre esperteza e inteligência. Reparei, ao longo dos anos, nalguma agitação e até "frisson", na sociedade de Macau, em torno do mesmo personagem, o tal "Leocardo". Percebi que o facto de esconder a sua identidade era a pedra de toque com que manipulava e fazia crescer a aura de mistério à sua volta e insultava, livre de responsabilidades e consequências, meio-mundo. "Every man and his dog", dizem, com mais piada, os ingleses. Como sempre tive uma especial aversão à cobardia do anonimato, por considerar ser um dos comportamentos mais soezes, torpes, reles e vis, não desperdicei outra atenção do que a necessária para participar, por educação, em algumas conversas de café onde o tal "Leocardo" e os seus dislates eram tema.

Por roda de Setembro deste ano, cruzei-me não com um post, mas com o tal "Leocardo", agora no Facebook e "ao vivo". Já não sei quem comentou primeiro na página do outro, se eu, se ele. Trocámos algumas observações nos respectivos posts - poucas - e eu cortei rapidamente a conversa, até porque eu estava bem ciente da tendência do tal "Leocardo" para a linguagem desbragada e porca, com conas, caralhos e piças à mistura, termos que pululam por todo o seu blogue. Preferi, pois, não alargar o relacionamento, sobretudo depois de algumas trocas de galhardetes imbuídas de alguma agressividade, devido a posições políticas diametralmente opostas, em relação ao Islamismo, ao Trump, às políticas de imigração da Europa, etc, etc. Acima de tudo, temos posições violentamente opostas em relação àquilo que se pode chamar a "Questão Judaica". O tal "Leocardo" é sofregamente pró-palestiniano e furiosamente anti-israelita. Acredita piamente na veracidade do "Protocolo dos Sábios do Sião", vê um banqueiro Judeu por detrás de cada atentado, guerra ou perturbação da paz mundial e escreveu, preto no branco, que foram os Judeus que inventaram a usura, origem, como se sabe, de todos os males do mundo.

Realmente, o tal "Leocardo" veio para o sítio certo, quando decidiu deixar o Lisboa e rumar a Macau. Aqui encontrou, confortavelmente abrigados no seio da comunidade portuguesa, um grupo de fanáticos anti-semitas e pró-nazis, de substancial dimensão e sobretudo com enorme peso e influência, dentro dessa mesma comunidade, dada a sua forte presença nos meios jornalístico, artístico, financeiro e judicial, apenas para citar os mais importantes sectores. E ele há de tudo, como na mercearia e como já eu próprio tive oportunidade de testemunhar, discretamente e várias vezes: negacionistas do Holocausto, defensores do professor Faurisson, teóricos especializados na explicação das técnicas de falsificação do número de mortos em Auschwitz, propagandistas do genocídio do povo palestiniano (um genocídio "sui generis", porque a população palestiniana aumenta à medida que é exterminada...)

No caso do tal "Leocardo", a sua especialidade é a piada grosseira, boçal, rasteira e baixa: "Os rufias que o Estado Hebraico zionista treina" andam nas zonas habitadas pelos palestinianos "a fazer de barraca dos tiros na feira para eles". Quem terão sido piores, como perguntou, numa escola brasileira, um professor: os nazis ou os judeus? "Os nazis, porque os israelitas não fizeram sabão com os palestinianos', ou 'Os judeus, para que se veja como esta peste se reproduz e ataca quando se deixam alguns de fora do forno crematório' - esta seria a resposta do menino Adolfinho, o 'sapeca' da turma", respondeu o tal "Leocardo", num texto seu do Bairro do Oriente. Num registo mais sério, o também cronista do "Hoje Macau" critica o facto de os judeus continuarem apenas "atentos a qualquer sinal de desrespeito pelos nove milhões de hebreus mortos durante o conflito", não obstante terem morrido 40 milhões de pessoas na II Guerra Mundial: "A forma como (os Judeus) o fazem há muito que tomou contornos de paranóia. É mania da perseguição, pura e simplesmente. Cada vez que surge a imagem ou se refere o nome de Adolf Hitler ou qualquer outra referência ao nazismo, lá estão os zionistas, qual 'big brother', prontos para censurar e dar tau-tau aos meninos marotos", afirma, num tom claramente revoltado, o tal "Leocardo".

Entre 19 de Março de 2010 e 9 de Novembro de 2016, o tal "Leocardo" dedicou-me dois singelos posts, no seu blogue "Bairro do Oriente": o primeiro, intitulado "Macau Dazibao" e datado de 20 de Março de 2010, curto e grosso, com cerca de 1.000 caracteres e que já referi mais acima, em pormenor, destinou-se a chamar-me idiota, por outras palavras. O segundo, intitulado "Dois Escadotes e uma Barrica", publicado no dia 10 de Novembro de 2010, com cerca de 2.200 caracteres, era correcto e destituído de intenções ofensivas ou insultuosas, contrapondo um texto meu e outro do Marques da Silva - éramos ambos, na altura, cronistas do "Hoje Macau" - sobre a última Festa da Lusofonia, opinando em sentidos opostos. Curiosamente, nesse post o tal "Leocardo" escreve que gosta muito dos nossos trabalhos naquele jornal diário "mas para ser sincero prefiro o Paulo, que me 'diz mais" - isto, embora concorde com a opinião do Marques da Silva, para quem a Casa de Portugal é "amorfa" e os "seus dirigentes tomam atitudes elitistas que levam ao afastamento da comunidade."

Entretanto, pouco antes do início do mês de Setembro do ccorrente ano, como já referi, teve lugar a tal troca de galhardetes algo desgradável entre mim e o tal "Leocardo", nas nossas páginas do Facebook. O meu "relacionamento" com ele ficou-se por aí. No entanto, ainda recebi um "recado" dele, no final de um texto sobre outros utilizadores do Facebook, onde me ameaçava, com uma expressão do género "Et tu, Paulo, não perdes pela demora". E assim foi. Entre 7 de Setembro e 10 de Novembro fui brindado com três textos - de que eu me tivesse apercebido, porque pode ter havido mais. Dois deles foram-me pessoalmente dirigidos e num terceiro fui razoavelmente citado e desafiado. No total, total, 15.600 caracteres, com 36 imagens, "screen savings" retirados de textos meus, posts e comentários do Facebook ou publicados no meu blogue "O Ovo da Serpente". E sobre que versam esses textos?

No primeiro texto, "Dossier Islamófobia: caso "B" (assim mesmo, com assento no primeiro "ó") o tal "Leocardo" diz ter "mesmo muita pena que uma pessoa" que sempre considerou "uma referência" - "moi", imaginem... - e pela qual diz nutrir ainda "respeito e admiração (...) tenha caído nas malhas deste mal social que é a Islamófobia (assim mesmo, com assento no primeiro "ó"). Frisa, no entanto, que, no meu caso "parece ainda prevalecer uma réstia de bom senso, mesmo que se manifeste de uma forma um tanto ou quanto...'irregular". Porque diz isto, o tal "Leocardo"? Ele explica: "Foi-me dito a mim e a outras pessoas que deparam com as evidências que vou passar a apresentar para 'deixar estar' o Paulo Reis. Ora bem, e porquê? Estamos aqui a falar de algum coitadinho ou de um inimputável, de um bebé de colo ou quê? E afinal, o que 'fez' o Paulo Reis para merecer o que ele chama de 'ataques pessoais e violentos' da minha parte?"

Nesta elucidativa passagem, duas notas distintas. Primeiro, lá está o comprovativo do velho adágio "Quem te avisa, teu amigo é"... Segundo, o tal "Leocardo" é trôpego, na manipulação informativa. Depois de ele me ter avisado que eu era o próximo a "apanhar" dele ("Et tu, Paulo, não perdes pela demora") publiquei uma foto de uma mistura de porco e troll, no Facebook, e alertei os meus aamigos para o facto de vir aí bojarda da grossa, sem entrar em grandes pormenores. Escrevi que vinham aí "ataques pessoais, violentos e repetidos", provenientes de um "troll fanático" que, "até há relativamente pouco tempo, atacava meio-mundo e mais algum, protegido pelo anonimato". Terminava a mensagem citando George Bernard Shaw: "Nunca lutes com um porco. Ficas sujo e, além disso, o porco até gosta."

Continuando, o tal "Leocardo" foi buscar um texto de Renato Teixeira, que se auto-denomina um "jornalista de causas", onde este me ataca com violência, depois de eu ter criticado, também violentamente, uma reportagem sua na Palestina. São textos extensos, linkáveis para quem tiver pachorra de ler. Em síntese, o Renato Teixeira acha que está a acontecer um "genocídio" e uma "limpeza étnica" na Palestina, mas não consegue apresentar provas. Eu chamo-lhe "amante dos palestinianos", ele retorque que isso "o deixa a transbordar de vaidade". O tal "Leocardo", logo a seguir à reprodução de parte do texto do Renato Teixeira (membro do "Grupo Said" e um dos subscritores do apelo ao boicote do restaurante do 'chef' Avilez) diz que não vai "tomar o partido de ninguém" nessa história da Palestina mas salienta que o Renato Teixeira faz "a descrição exacta e completa da (única?) actividade actual do Paulo Reis": "Desde que acorda até que se acaba a bateria (Paulo Reis) recolhe notícias, publica 'links' para páginas de grupos anti-imigração e anti-refugiados, procura bodes expiatórios e persegue de uma forma que eu chamaria de inquisitorial toda a gente que não concorda com as teorias de conspiração que partilha à ordem das dezenas por dia nas redes sociais, acusando-os de anti-semitismo e outros disparates."

Uau! Caramba! Acontece que não é o tal "Leocardo" que me paga o ordenado todos os meses, nem está nomeado como meu tutor (não tenho qualquer tutor, já sei tomar de mim há muitos anos). Não partilhando nós leito conjugal nenhum, acho uma parvoíce pegada esta procupação do tal "Leocardo" sobre a forma como eu ocupa o meu dia, desde que acordo até que se me acaba bateria. Claro, fica a ideia, nas entrelinhas, de que eu sou financiado por alguém, para fazer o que faço. E depois? E se fosse? Seria algum crime? O que é que o tal "Leocardo" teria a ver com isso? Logo a seguir, num texto atabalhoado, o tal "Leocardo" tenta novamente falsificar a realidade e a escrita. Diz que apaguei um comentário onde eu o acusava de "chamar a sua (minha) mulher e filhos" ao barulho. O que se passou é de uma simplicidade cristalina: o tal "Leocardo" mandou-me vários comentários. Eu estava numa conversa com três ou quatro utilizadores diferentes do Facebook e, a dada altura, enganei-me, percebi mal e troquei parte de uma mensagem de terceiros, com a dele. Apercebi-me do erro, pedi-lhe desculpas e apaguei o comentário errado.

Porque é que me dou a trabalho de explicar tudo isto? Logo verão, no final deste texto. Retomando o fio à meada, o tal "Leocardo" acusa-me de, a partir daí, "ter deitado a toalha ao chão" e passado a censurar os seus comentários. Falso e verdadeiro. Nunca deitei a toalha ao chão, não era agora que o ia fazer. A partir desse dia, passei a apagar religiosamente todos os comentários que o tal "Leocardo" deixava na minha página do Facebok. É uma questão de profilaxia intelectual, ética e moral e também de urbanidade e boa educação, coisas que são escassas lá para os lados do tal "Leocardo" (é o velho problema de quando não se bebe chá em pequenino). Tenho um número razoável de amigos no Facebook, incluindo muitas amigas -  a maior parte gente que beira os meus 60 anos. A minha irmã, que vive em Portugal, vai à minha página com frequência e, às vezes, "leva", digamos, a minha mãe de 85 anos que, infelizmente, é a chamada "info-excluída", não sabendo mexer em computadores, para lhe permitir ver fotos que eu eventualmente coloque, ler alguma mensagem ou deixar-me um "olá" escrito por ela. Tenho um sobrinho de dez anos e outro de oito, também em Lisboa, que partilham a mesma página do Facebook e "falam" com o tio com frequênci e pela mesma via.

Não quero que nehum deles - tanto amigos e amigas, como família - se deparem com referências a putas, fodas, caralhos, conas, minetes, broches, enrabar, piças, cabrão, caralhadas, foda-se, merda, filho da puta, vai levar no cu, puta que pariu, caralho, paneleiro, colhões, cócegas no caralho, cagar, chatos na pentelheira, estou a vir-me, punheta, rata, entrefolhos, berbigão, grelinhos, fressureiras, barrotes atravessados no rêgo, vassouras pelo cú acima, gajos a ir à bilha uns dos outros o dia todo, caralhões pelo cú acima,  inserção anal de melões, coisas que não sejam a língua enfiadas no bujão, confusões entre o verbo "cometer" e "cu meter", comichões no rego, fascínios pela estimulação anal, suspiros por bacamartes dantescos, levar com o maço de Deus pelo rego acima, idem, idem, mas com um sardão afro, etc, etc - palavras e expressões presentes em muitas páginas do blogue "Bairro do Oriente". A lista parece infindável. Esta foi a principal razão porque comecei a apagar sistematicamente as mensagens do tal "Leocardo", sabendo de antemão, quando decidi fazer isso, que, se ele não tivesse troco, a coisa não lhe daria pica, afiançou-me quem o conhece bem. Não lhe dando pica, iria procurar estímulo noutro lado. E assim foi, parcialmente. O tal "Leocardo" desistiu de colocar comentários na minha página, depois de eu fazer uma limpeza geral, deixando ficar apenas um, como recordação. E porque razão não o bloqueei? Não me pareceu necessário. Julguei que ele teria a lucidez suficiente para entender que eu não queria mais nenhuma conversa, até porque nunca publiquei nenhum texto onde o atacasse.

Sem que eu perceba porquê, o tal "Leocardo" prossegue afirmando que "Paulo Reis resolve abandonar de vez o terreno do jogo" (?). Acrescenta que nãao sabe onde vou buscar "aquelas referências obscuras a programas de televisão egípcios". Isto tem a ver com uma referência minha a uma série de televisão baseada num texto considerado apócrifo, por especialistas em História, Sociologia e Linguística, mas que tem sido, desde o início do século XX, um dos principais instrumentos de propaganda anti-semita. Trata-se de "Os Protocolos dos Sábios do Sião", onde se descreve um alegado projeto de conspiração, por parte dos judeus, de forma a conseguirem dominar o mundo. Estes textos foram publicados, entre outros sítios, nos EUA, no jornal Dearborn Independent, de Michigan, propriedade de Henry Ford, um virulento anti-semita e talvez o mais conhecido simpatizante americano do regime nazi. "Os Protocolos dos Sábios do Sião" são citados e comentados no "Mein Kampf", de Adolf Hitler: "É completamente indiferente em que cérebro judeu essa revelação teve origem; o importante é que, com uma certeza positiva e terrível, eles revelam a natureza do povo judeu e expõem os seus contextos internos, bem como os seus objetivos finais". Na discreta página de um dos discretos perfis, que o tal "Leocardo" tem, na Internet, "The protocol of the elders of Zion" está listado como um dos seus "Livros Favoritos".

E porque razão falei eu numa série da televisão egípcia, fazendo as tais "referências obscuras" (?) que suscitaram tanta hostilidade do tal "Leocardo", levando-o também a afirmar ser irónico que eu fizesse "tantas referências ao Holocausto, a Auschwitz, e a toda essa panóplia de instrumentos de vitimização que Israel e os seus adeptos aplicam para se fazerem passar por anjinhos?" Porque em 2003 aTV egípcia produziu uma série de 41 episódios ("Horse Without a Horseman") baseada nos "Protocolos dos Sábios do Sião", série essa enraizadamente anti-semita e que foi comprada pelas TVs de 20 países árabes. Esta conversa decorreu na caixa de comentários do post de uma terceira pessoa. O tal "Leocardo" recorta parte desses comentários, de forma a deixar de fora o que não lhe interessa e insere essa imagem no seu primeiro texto de ataque pessoal que me faz, "Dossier Islamófobia: caso "B". Mas é gato escondido com rabo de fora. Nesses comentários, diz o tal "Leocardo" que "os Judeus são os maiores ladrôes", que "foram os Judeus que inventaram a usura" e que nem sequer vale a pena "mencionar a forma espectacular com que (os Judeus) surripiam território que não lhe pertence".

Para finalizar, o tal "Leocardo" insere uma foto de Heinrich Himmler, o Reichsführer (um posto equivalente a Marechal de Campo) das notórias SS (Schutzstaffel), as tropas de guarda dos campos de extermínio e, também uma parte importante do esforço de guerra alemão, as Waffen SS, que chegaram a ter 38 divisões no activo. E para quê? Ele explica-se: "Irónico também é que faça tantas referências ao Holocausto, a Auschwitz, e a toda essa panóplia de instrumentos de vitimização que Israel e os seus adeptos aplicam para se fazerem passar por anjinhos. Digo 'irónico', porque já que falamos de aparências... (foto de Heinrich Himmler) Hmm, sim, as semelhanças são gritantes, mas escuso-me de aplicar golpes baixos. E lá vai o homem dizer que o estou a 'insultar', e a ser 'anti-semita", escreve o tal "Leocardo". Ou seja, eu sou parecido, de cara, com o Heinrich Himmler. Bem, não sei que diga. Nasci com esta cara, o Himmler já morreu, que hei-de eu fazer, para agradar ao tal "Leocardo"? Não posso fazer nada...

A diatribe anti-semita do tal "Leocardo" não termina aqui. Reproduz um texto de Gil Vicente, a quem chama, com ironia, "seu 'anti-semita' malvado", argumenta que não está "a tomar qualquer partido e que "a Igreja Católica deu aos judeus o mesmo tratamento que os islamófobos dariam ao islâmicos". Garante, depois não ser "anti-coisa nenhuma" e que isso "só existe" na minha mente "nublada pela (...) Islamófobia". O tal "Lecardo" descreve, depois, conversas que teve com alguns amigos judeus que viviam em Israel e explica que "os mais dotados" de entre eles preocupavam-se imenso com a hipótese de um "conflito armado durante os 3 anos em que eram obrigados a cumprir serviço militar". Os outro, "os imbecis, são os que vão para Gaza fazer o trabalho sujo que o Paulo Reis e o seu amiguinho Praeger parecem tanto apreciar - burros é que eles não são mesmo nada. É fácil falar quando tudo o que o move é o ódio por uma das partes, de facto. E sem precisar de tirar o rabiosque de uma cadeira e pegar em armas, mais fácil ainda". Palavras para quê? É o tal "Leocardo"...

Um comentário meu ao trabalho de uma activista pela causa palestiniana, que pretende ser jornalista - na minha opinião - é considerado pelo tal "Leocardo" um "insulto", porque eu escrevo que a Alexandra Lucas Coelho, do "Público", é uma apoiante da violência contra mulheres, da poligamia, dos tribunais islâmicos, da Sharia e do extermínio dos Judeus. Nas horas vagas, amante de árabes, e quinta-coluna para encher Portugal de muçulmanos". Pode a verdade insultar? Pode. Mas não deixa de ser verdade, por alguém se sentir insultado. Há quem reaja violentamente à acusação de que Hitler era um assassino, argumentando que ele até gostava de crianças. Pois. Desde que não fossem Judias. Tudo o que eu digo sobre a Alexandra Lucas Coelho é retirado de textos que ela própria tem escrito, ao longo de muitos anos, no jornal Público. Não se esqueçam que estamos perante uma senhora (?) que, na véspera das eleições americanas, escrevia no Público que gostava de permitir "que todos aqueles norte-americanos do México (?)" pudessem ir às urnas, nos EUA, para tirar do seu alcance, de vez, "aquele lixo" chamado Trump. E mais: "Em 2008 não apenas torci por Obama na corrida para a nomeação Democrata, em que Hillary era a rival, como depois tirei uma semana de férias para festejar no Harlem a vitória dele", escreveu a Alexandra Lucas Coelho, no dia 7 de Novembro deste ano. Que grande festarola que deve ter sido, uma semana inteira no Harlém!

De seguida, o tal "Leocardo" atira-se a um texto que publiquei no meu blogue "O Ovo da Serpente", intitulado "O Brexit visto pelo MEC, um merdoso com cheiro a nazi": "E suponho que isto também não é nenhum 'insulto'. Pois não, aliás, quando alguém começa a notar 'um cheiro a nazi merdoso' (ou merdoso nazi, sei lá, a doença não é minha - oops, outro 'insulto'), olha para o lado e diz logo 'ah, afinal é só o MEC". Começando pelo princípio: "Merdoso" quer dizer "de fraca qualidade ou de pouco valor; mau, ordinário, reles, aborrecido, desagradável, que desempenha mal ou de forma insuficiente uma função, que é considerado desprezível ou moralmente repreensível", de acordo com o Dicionário Online Priberam. Nazi, todos sabem o que quer dizer. Até o tal "Leocardo". E  porque chamo eu "nazi merdoso" ao Miguel Esteves Cardoso? Essa parte o tal "Leocardo" não cita, nem "fotografa" com recurso a um "screen save". Ignora-a completamente e ignora o que digo, em cerca de 6 mil caracteres, para tentar, mais uma vez, falsificar e distorcer o debate.

E que digo eu? Explico que o MEC, num texto do Público, disse sentir-se “triste que uma pequena maioria tenha decidido sair da União Europeia”, no referndo pelo Brexit; lamenta que os ingleses "mais bem educados, mais cosmopolitas, mais jovens, mais liberais" tenham sido derrotados nas urnas. Os vencedores, frisa, foram "os ingleses, escoceses, galeses e irlandeses do Norte que são os menos simpáticos - incluindo os mais repugnantes (…)”. Esta "gentinha", acrescenta, "tem mais de 40 anos, deixou de estudar aos 16 e não saberá vestir outra coisa que não sejam calças de fato de treino cinzentas". Perante o desastre eleitoral, o MEC propõe que se crie um novo estado, com capital em Birmingham, para onde fossem deportados “todos os ingleses e galeses que quiseram sair da União Europeia". O cronista do Público escreve ainda, aparentemente cabisbaixo: "Que pena não se poderem aproveitar os resultados deste referendo para redistribuir as populações do Reino Unido de maneira a juntar pessoas que partilham a mesma mentalidade insular e inglesinha e impedir que fossem incomodadas por alienígenas.” Mais uma vez, pode a verdade ser insultuosa? Pode. Mas não deixa de ser verdade. O Miguel Esteves Cardoso assume uma postura nojenta, de contorrnos eugénicos, ao dividir os habitantes do Reino Unido em "educados, cosmopolitas, liberais", de um lado - o seu lado - e os "menos simpáticos (...) e os mais repugnantes", do lado dos seus adversários. O MEC é um merdoso, no sentido de indivíduo "de fraca qualidade, pouco valor, reles, desprezível e moralmente repreensível". E nazi, porque querer deportar uma parte da população de um país, apenas porque essa parte pensa de maneira diferente, é um comportamento nazi (embora, em abono da verdade, também possa ser classificado como estalinista).


Por causa de um outro comentário meu, desta vez acerca de uma entrevista do xeque Munir ao jornal Público, o tal "Leocardo" desembesta novamente e demonstra (?) como eu ataco tanto pessoas como ideias. O meu texto cita passagens da entrevista daquele líder religioso, em 2003, onde ele explica como funciona o Tribunal Islâmico da Mesquita de Lisboa: "A sala da Mesquita Central de Lisboa está fria e quase vazia. Não há juízes nem advogados, mas aqui costumam reunir-se 'sábios' que deliberam, sobre questões familiares ou sociais, como se estivessem num tribunal. A sua lei não é civil, mas islâmica - a Sharia", diz o primeiro parágrafo do texto. "Uma paranóia bem demonstrativa deste estado de coisas. A propósito de uma reportagem do Jornal Público datada de 2008 (2003!), antes do início de toda esta demência, Paulo Reis clama que 'existe um sistema jurídico ilegal e paralelo' na Mesquita de Lisboa". Clamo??? Eu clamo que existe um "sistema jurídico ilegal e paralelo na Mesquita de Lisboa", quando é o próprio xeque Munir que informa e explica, aos jornalistas do Público, como funciona o Tribunal Islâmico da Mesquita de Lisboa??? Mais: diz o tal "Leocardo" que "essa conversa de "sharia" é uma presunção (muito livre, aliás) só e apenas da autoria do jornalista que fez a reportagem (?)", uma vez que "nem o xeque Munir afirma em parte alguma ter pretensões a seja o que for". Ora, no segundo parágrafo, escreve-se que o xeque Munir "começa logo por clarificar que a exigência de a mulher 'ser submissa' ao homem 'não passa de uma metáfora'. O que é ser submissa? É o homem dizer 'levanta-te!' e ela levantar-se? Ou ele dizer 'senta-te!' e ela sentar-se? Isso não é submissão, é ser escrava. Não tem nada a ver com a Sharia', frisa David Munir'. 'O facto de em algumas sociedades a mulher ainda ser considerada inferior, não tem nada a ver com a Sharia, mas com a tradição e a cultura' dos países", acrescenta o imã da Mesquita de Lisboa.

No decorrer da reportagem, o xeque Munir resolve dar um exemplo concreto de um julgamento efectuado no Tribunal Islâmico da Mesquita de Lisboa: "Quanto a separações, o Xeque lembra-se de um caso em que um membro da comunidade se mostrava tão renitente em conceder o divórcio à mulher que os teólogos tiveram de tomar uma decisão 'segundo a Sharia'. O casamento era apenas religioso e a deliberação foi 'a favor da esposa, que tinha o direito de refazer a sua vida, mesmo que o marido não aceitasse", escreve o Público. Mas espera aí! O Público escreve isto e eu é que tenho "uma paranóia" e me ponho a clamar falsamente - alega o tal "Leocardo" - que "existe um sistema jurídico ilegal e paralelo" na Mesquita de Lisboa?? Mas o que é isto? Uma brincadeira? Uma bebedeira? Um "high" de alguma substância psicotrópica proibida? Um indigestão provocada por uma omolete de cogumelos mexicanos? Um delírio do subtipo grandioso, em que a pessoa está convencida de que fez uma grande e importante descoberta? Uma situação resultante da sonorização de pensamentos com vivência alucinatório-delirante? Este tal "Leocardo" é um palhaço, um palhacinho, um palhaçote ou um palhação?

O ponto seguinte do tal "Leocardo" tem a ver com um texto meu intitulado "Jornalistas de cócoras?", publicado no blogue "O Ovo da Serpente". Em síntese, nesse texto eu pergunto porque é que, de repente, há dezasseis meses, desapareceram as notícas sobre a agressão do xeque Munir contra a sua mulher, quando lhe partiu o nariz. O tal "Leocardo" começa por insinuar que houve qualquer coisa de esquisito no comportamento da mulher: O "xeque Munir foi às fuças àquela tipa que era mulher dele, que depois foi para a imprensa a esvair-se em sangue, e só a seguir foi ao hospital - isto é, se foi. E porque é que ninguém fala mais nisso, ah? Ah???", escreve ele, arreganhando a dentuça amarela. Pelo que sei e pelo que se pode ler nos mais diversos sites da Comunicação Social de Portugal, o INEM que foi chamado a prestar auxílio à senhora, dentro da Mesquita de Lisboa. Na sequência da agressão - diz o site da TVI, por exemplo - a afegã Nazira Barakzay pediu ajuda a uma amiga e chamou a polícia. "De seguida, foi conduzida pelo INEM ao hospital de Santa Maria". Mas o que é isto? Este tal "Leocardo" é um palhaço, um palhacinho, um palhaçote ou um palhação?

Não mencionando - dolosamente, pode dizer-se - que o meu texto se interroga porque razão deixou de haver notícias sobre esta agressão, de repente, ignorando-se qual o desfecho do caso, o tal "Leocardo" escreve, ironicamente (julga ele...): "Então seus 'cobardes' que 'se ajoelham perante os interesses islâmicos'? Toca a abrir telejornais com essa notícia de há um ano, então? E nem se atrevam a mencionar que em Portugal morreram 42 mulheres só no ano passado vítimas de violência doméstica - para o Paulo Reis e a sua troupe de islamófobos de serviço, estariam a 'branquear a agressão do Xeque Munir'. Ui!" Como se torma claro com isto, toda a estratégia comunicacional do tal "Leocardo" se centra na omissão dos factos mais importantes, juntamente com a peixeirada mais acintosa e barulhenta, de forma a distrair o mais possível do cerne da questão. Facto importante, nesta matéria: até hoje, não houve uma única notíca - e não esqueçamos que já se passou mais de um ano - a revelar qual foi o desfecho do caso. A queixa de violência doméstica incluindo agressão (crime público) prosseguiu, para julgamento? Houve julgamento? Qual foi a sentença? O xeque Munir foi considerado culpado? Inocente? Como se interrogou Lenin, no título do seu célebre livro, "Que fazer"? Neste momento, nem sei! Este tal "Leocardo" é um palhaço, um palhacinho, um palhaçote ou um palhação?

Voltando à minha "Islamófobia" (assim mesmo, com assento no primeiro "ó"), o tal "Leocardo" diz que esse problema mental me faz usar um "tipo de julgamento muito 'dread" (?) ao acusar o "Correio da Manhã" de anti-semitismo, por causa do seguinte título de primeira página: "Sargento de baixa psiquiátrica mata com arma israelita por uma bola de Berlim". O Correio da Manhã é sobejamente conhecido, entre a classe jornalística e junto da comunidade israelita de Lisboa, por ser o mais anti-semita de todos os jornais portugueses - o que faz com que seja o mais apreciado de todos os jornais portugueses junto da extrema-direita neo-za portuguesa. O editor da sua secção de Internacional, Francisco J. Gonçalves,  principal entusiasta dessa postura, é um jornalista que elogia "o Hezbollah" libanês, por este ser "o mais forte contra-poder à expansão de Israel"; argumenta que o "Hamas (:...) usa métodos terroristas" mas pretende que são justificáveis, porque a sua luta é "uma luta nacionalista contra Israel"; classifica este país como tendo sido “criado em terras roubadas (...) com contas por saldar com a História”;

Procurando causar um impressão humorística para a qual, definitivamente, não tem capacidade, o tal "Leocardo" continua, alegando mais uma vez que eu sofro de "Islamófobia" (assim mesmo, com assento no primeiro "ó") por reproduzir uma notícia do "Washington Post" sobre o facto de as prisões francesas estarem a encher-se de muçulmanos ("In France, Prison Filled with Muslims") e comentar, lembrando que não foram os imigrantes polacos que obrigaram as autoridades norueguesas a criar aulas especiais para ensinar os "refugiados" que não era correcto violar mulheres. Isto, no entender do tal "Leocardo", demonstra a minha "convicção islamófoba" e goza que nem um perdido: "Os imigrantes não são um problema??? Arghhh....eles estão aí! Vêm trazer a sharia! E a jihad! Socorro!!" Logo adiante, tenho um comentário relacionado com uma notícia que é, de facto, extremamente violento (ao contrário do tal "Leocardo", consigo reconhecer que, às vezes erro e também me posso enganar): "Refugiados terão médico de família numa semana e não vão pagar taxas moderadores", titula o jornal Público. Confesso que me saltou a tampa, ao ler estas declarações de Francisco George, director-geral dos Serviços de Saúde. No princípio deste mês de Novembro, ainda havia 930 mil portugueses sem médico de família. Há casos de tempos de espera de um ou dois anos, paara consultas de especialidade, em Portugal. De recordar que um cidadão português paga, hoje em dia, entre 16 a 20 euros, pelo atendimento num serviço de urgência, a título de taxas moderqadoras. Em 2013, os cidadãos nacionais desembolsaram 19 milhões de euros para os cofres do estado, também em taxas moderadoras.

Não me orgulho propriamente do nível do comentário que fiz, mas pronto. Deu-me um ligeiro "amok", devido àquilo que conheço dos serviços prestados pela Saúde, em Portugal. Fiz, está feito: "Mais um pulha cuja especialidade é fazer 'felatios' a tudo quanto é mais escuro que uma folha A/4, muçulmano e refugiado." Pelo menos, isso provocou uma satisfação de cariz orgastico ao tal "Leocardo": "Felatios'??? Ai os 'insultos". E desde quando é que uma folha A4 é 'escura?" Esta parte não percebo. Eu escrevo que o director dos serviços de Saúde tem uma política que favorece cidadãos estrangeiros, em detrimento dos portugueses, definindo esses cidadãos como sendo mais escuros que uma folha A/4, muçulmanos e refugiados, na sua quase totalidade. O tal "Leocardo" não consegue entender e questiona: "E desde quando é que uma folha A4 é 'escura?" Que Diabo, eu digo exactamente o contrário! Eu refiro que esses cidadãos estrangeiros, que não têm de pagar taxas moderadoras, como os portugueses pagam e que conseguem ter médico de família numa semana, equanto há portugueses que esperam há anos por um médico de família, são, na sua quase totalidade, "mais escuros que uma folha A/4" - folhas essa, estarão todos bem cientes, é branca de neve. Mas este tal "Leocardo" é um palhaço, um palhacinho, um palhaçote ou um palhação?

Não contente com tudo isto, o tal "Leocardo" avança para outros terrenos, especulando sobre se "tudo aquilo" (a minha "islamófobia" - assim mesmo, com assento no primeiro "ó") será "ressentimento", atendendo ao facto de eu ter nascido em Angola e a guerra civil me ter obrigado a vir para Portugal em 1975 (1976!): "Aposto que o Paulo Reis era daqueles que se 'atirava' a quem o chamasse de 'retornado', mas agora para ele esse é como se fosse um título da realeza - é que REFUGIADO, NUNCA!" WTF??? Mas este gajo droga-se? Bebe uma garrafa de vodka antes de ir para o trabalho, de manhã? ? Afinfa-lhe na veia? Anda num "high" permanente, com alguma substância psicotrópica? Ingere omoletes de cogumelos mexicanos ao pequeno-almoço? Sofre de um delírio do subtipo grandioso e anda convencido de que fez uma grande e importante descoberta? Ou é vítima de uma situação resultante da sonorização de pensamentos com vivência alucinatório-delirante? Em relação ao meu "estatuto de retornado", tive sempre uma postura idêntica à daquele ditado norte-americano sobre a pobreza: "Nunca te orgulhes nem te envergonhes dela, tenta mas é afastá-la o mais rapidamente possível". Nos primeiros tempos em que vivi em Portugal, sempre que abria a boca, as pessoas com quem falava perguntavam-me logo: "Ah, você é retornado?" Eu confirmava, com naturalidade, uma vez que o meu sotaque - e o de qualquer outro jovem português nascido e criado em Angola, era substancialmente diferente do dos portugueses de Portugal. Lembro-me de duas ou três situações de alguma hostilidade e agressividade, dirigidas a mim e outros jovens que estavam comigo, por causa desse "estatuto de retornado", mas sem consequências de especial. Portanto, não saí desse tempo de adaptação um paí novo e a um novo país, com qualquer trauma.

Sempre insatisfeito, o tal "Leocardo" arremete e intromete-se numa troca de galhardetes entre mim e aquele tolinho do Vitório Rosário Cardoso, o pobre coitado "social-democrata de extrema-direita", de quem quase toda a gente se ri, em Macau e em Portugal (só não ri quem não o conhece). Isto começa quando eu questiono o Vitório sobre uma sua afirmação segundo a qual "o Partido Social Democrata é o mais português partido político nacional", no Facebook. Sem referir a construção gramatical feita com os pés, respondi a esta pomposa asserção do Vitório lembrando-he que "nenhuma força política tem o direito de se arrogar ser mais portuguesa do que outra". Fazê-lo era (e continua a ser, na minha opinião) "um insulto e uma ofensa aos portugueses que pensam de uma forma diferente (da dos militantes e dirigentes do PSD), um direito que lhes é garantido pela Constituição da República Portuguesa". O Vitório discordou e contrapôs que "Pelo decurso (?) da História do Partido, tem sim (esse) direito, por mais que a brigada do politicamente-correctês não o concorde." Uma escrita algo confusa mas, enfim, até aqui ainda se percebe. "Existem certos portugueses ao serviço de interesses externos, ou porque são anti-islâmicos por serem a favor dos judeus ou anti-judeus por serem a favor dos islâmicos. Ambos muçulmanos e judeus e com os Reis Católicos foram levados a bom porto os Descobrimentos, a não esquecer". Caramba! Chegado aqui, vi-me obrigado a fazer uma pausa, para reflectir e tentar perceber o significado das palavras do Vitório.

Desisti, passado pouco tempo, perante a nítida e enorme baralhação que vai naquela triste cabecinha e tentei colocar a questão de uma forma mais simples e acessível: "Vitório, o que é que te dá o direito de dizeres que és mais português do que eu?" - perguntei. Contudente, cortante, categórico, directo, incisivo e firme, o Vitório respondeu-me: "Ambos sabemos muito bem" (???????) Aqui, confesso que me irritei um pouco com esta petulância miserável do rapazinho e puxei um bocado dos galões, pedindo-lhe que confirmasse se ele era, de facto, "uma raça' de português superior à minha" e se teria coragem para o "afirmar publicamente". Fiz-lhe notar que ainda lhe faltava alguma coisa "para ser um homenzinho" (testosterona, muito provavelmente...)  e terminei por lhe lembrar que ele não tinha sequer idade para ter usado a farda da Mocidade Portuguesa, farda essa que eu usei durante vários anos, em Angola. O Vitório escavacou-me (??!?!) completamente com a resposta: "Meu caro, supõe muito e acerta pouco. Eis o seu problema..." O tal "Leocardo" exultou: "O Vitório do Rosário Cardoso, diplomático como sempre, 'tirou-lhe a chapa', e como reage o Paulo Reis?" Ele pergunta e responde, colocando mais uma imagem, onde se pode ler um outro comentário meu às atoardas do Vitório sobre o tal partido "mais português" do que todos os outros: "Patético..." O tal "Leocardo" transforma-se imedediatamente numa megera carpideira, classifica, ironicamente, o meu comentário como "muito desportivamente, como sempre, aliás" e pergunta o que aconteceu à minha "militância pelo respeito pela opinião alheia". Como habitualmente, o tal "Leocardo" faz o mal e a cramunha, pergunta e responde, com a sua conhecida elevação: "Reason? Lá é preciso 'reason"? Então, Paulo Reis, não aceita que 'outros tenham uma opinião diferente da sua?'. Essa é boa. Sabe o que mais? Se calhar devia ter seguido ali o conselho daquela outra atropelada mental, que nem me conhece de lado nenhum e acusa-me de 'anti-semitismo' e outras alarvidades. Mas esta parece que quer mesmo é atenção, e eu não tenho jeito para canalizador (insulto! insultoooo!!!). Portanto quanto a quem 'se engasga'..." Tirando o trocadilho torpe sobre não ter jeito para "canalizador", o resto das frases não faz sentido. Este tal "Leocardo" é,  de facto, um palhacinho, um palhaçote, um palhaço e um palhação, consoante as horas do dia.

O toque final, para encerrar esta já longa diatribe: o tal "Leocardo" termina a afirmar ser "interessante que eu fale em 'definições de carácter', a propósito do facto de ele ter sido, durante anos, um bloguer anónimo - uma "técnica cobarde", escrevi eu, utilizada por ele "para denegrir meio-mundo e mais alguém". E conclui: "No meu caso o anonimato, no seu tudo o que está exposto acima neste artigo ("Dossier Islamófobia: caso "B" - assim mesmo, com assento no primeiro 'ó'). Passe bem, se tal for possível, e as melhoras". E pronto. Assim termina este primeiro texto do tal "Leocardo", dedicado a mim. Nos restantes, vira o disco e toca o mesmo: eu sou xenófobo, islamófobo, ando misturado com selvagens (?); deseja-me as melhoras, novamente, fala nos meus "delírios islamófobos e xenófobos"; congratula-se porque o "Paulo Reis não escreve sobre 'a melhor forma de gerir a economia de um país"; vai buscar um post meu com um vídeo da lapidação de uma mulher, no Afegastinão, se a memória não me falha, mas não lhe faz nenhum comentário; misturando-me com um outro utilizador, Alex Prager, o tal "Leocardo" pergunta-lhe: "(...) qual é a percentagem de território palestiniano que os teus camaradas de Israel ocuparam ilegalmente? Aposto que não anda muito longe dos tais 99%. Já faltou mais";

Bom, depois de analisar cuidadosamente os quatro textos do blogue "Bairro do Oriente" que me são directamente endereçados, de ler demoradamente centenas e centenas de textos do mesmo blogue e alguns (bastante menos) textos publicados no jornal "Hoje Macau", dirigido pelo jornalista Carlos Morais José, a minha primeira conclusão é esta: o tal "Leocardo" é, de facto, um palhacinho, um palhaçote, um palhaço e um palhação, de acordo com as horas do dia, os dias da semana, os meses do ano e as próprias estações. A segunda conclusão a que cheguei é que o tal "Leocardo" corre o sério risco de vir a acabar mal. Um dia destes, salta completamente a tampa a alguém, e esse alguém decide fazer-lhe uma espera à saída de casa ou à entrada para o trabalho, partindo-lhe as rótulas com um martelo. Isto significaria que, daí em diante, o tal "Leocardo" passaria a andar de muletas, na hipótese óptima, de cadeira de rodas, na mais provável. Tive a oportunidade de ver, de perto, alguns casos do género, em Angola, naqueles anos conturbados entre 1974 e 1976. Um grupo de malta pouco recomendável, residente ali nuns bairros de lata dos arredores da cidade e dotada de alguma criatividade, resolveu usar esta técnica do martelo nas rótulas para intimidar e manter a concorrência fora das suas zonas de venda de liamba, a.k.a. maconha. Como nós éramos simples compradores, tínhamos acesso a algumas dessas zonas e foi aí que me cruzei com dois rapazes que se deslocavam sobre pequenas plataformas de madeira colocadas em cima do "chassis", chamemos-lhe assim, de um carrinho de bébé. Uma vez, quandoo produto demorou mais a ser aviado, dei dois dedos de conversa com um deles, que me explicou que aquilo tinha "doído p'a c......." e continuado a doer durante meses a fio, porque não haver cirurgia correctora, ou sequer redutora, disponível.

Essa foi uma época complicada, em Angola, onde se ultrapassaram muitos limites. Lembro-me da captura de um grupo de soldados sul-africanos, com o rosto e os braços cobertos de graxa negra, a habitual camuflagem das forças especiais, em finais de 1975. A raiva era muita e, do meio do pessoal das FAPLA, alguém deu uma sugestão: tirar-lhes a graxa da cara e dos braços com escovas de aço, daquelas que se usavam para limpar a ferrugem dos veículos blindados. O resultado final foi pouco agradável de se ver e nenhum deles sobreviveu mais do que meia-dúzia de horas. Na prática, foram esfolados vivos porque o pessoal decidiu mandá-los despir e acabou por os esfregar com as escovas de aço dos pés à cabeça. Bem, estou aqui neste devaneio, a lembrar-me destas coisas do passado e, às tantas, ainda acabo por dar ideias a alguém, em relação à forma de ajustar contas com o "Leocardo"! Mas se faço estas observações é porque, como disse, tenho a sensação, a certeza, quase, de que o tal "Leocardo" vai acabar mal. Muito mal. Nas horas que passei, nos últimos tempos, a ler textos e mais textos que o tal "Leocardo" tem arquivados no seu blogue "Bairro do Oriente", tive a sensação de estar a navegar num esgoto gigantesco, dentro de um barco com fundo de vidro. Vi-me obrigado, em intervalos regulares, a fechar o computador, ir até à varanda, respirar fundo e expirar com força, para afugentar as náuseas.

Uma das coisas que realmente me espanta é o facto de o tal "Leocardo" ainda não ter acabado mal. Perante o chorrilho de insultos, a quantidade de caralhadas e, acima de tudo, o número, forma e diversidade de sugestões para técnicas de penetração anal, minuciosamente descritas pelo tal "Leocardo", tudo isto aberta e organizadamente dirigido aos seus adversários, inimigos, concorrentes, correligionários - companheiros de tertúlia, até, como no caso recente do dr. Arnaldo Gonçalves - admira-me que ainda não tenha acontecido ao tal "Leocardo" o mesmo que vi acontecer, em 1986, a um jovem chinês, à saída da discoteca que ainda funcionava, na altura, no prédio já quase abandonado do Hotel Grand (ou Grand Hotel?), ali no final da Sân Malou, quase de frente para a Ponte 16. Houve um rápido ajuste de contas, quando eu e mais dois amigos íamos a sair e, de repente, só vi o tal jovem sentado no chão, costas na parede e os braços flácidos, pendentes e inertes, cobertos de sangue. Tinham-lhe dado dois golpes profundos na zona oposta aos cotovelos. Ficámos parados alguns minutos, ali no corredor, enquanto o pessoal para-médico lhe prestava os primeiros-socorros. Foi então que reparei que a perda de sangue era o mal menor. Os golpes tinham chegado aos tendões e o rapaz estava inválido, inutilizado para sempre, sem poder mexer os braços.

Eu próprio tenho que confessar: se o tal "Leocardo" me tivesse insultado - ou vier a insultar, hipótese que não é de excluir - da mesma forma e com a mesma contundência, intensidade e repetição como fez a muitas outras pessoas que se cruzaram com ele, indvertidamente, na Internet, de certeza que me dava um "amok" a sério. A primeira coisa que teria vontade de fazer, cheira-me que era telefonar à "Macau Professional Baseball Association" para lhes perguntar onde é que eu podia comprar um taco de baseball, mesmo em segunda ou terceira mão. E se, a seguir, o "amok" ainda não me tivesse passado, era bem possível que não conseguisse resistir à tentação de lhe fazer uma espera à saída de casa ou à entrada para o trabalho, para lhe partir os tornozelos com o taco de baseball. Claro que isso seria extremamente aborrecido e, provavelmente, significaria, para mim, uma estadia de alguns meses em Coloane, no Estabelecimento Prisional. Mas estou convencido de que uma leitura de textos seleccionados do blogue "Bairro do Oriente", em audiência de julgamento, seria um factor fortemente atenuante da minha culpabilidade e que não deixaria de sensibilizar, profundamente, o colectivo de juízes encarregue de me julgar, levando-os, muito provavelmente, a determinar uma simples pena suspensa.

Para terminar este longo texto, resultante do meu azarento encontro virtual com essa tão desagradável figurinha, o tal "Leocardo" (que é o boçal escriba que assina com o mesmo nome no "Hoje Macau", periódico dirigido pelo conceituado jornalista Carlos Morais José) e a fim de lhe poupar trabalho, fica aqui a indicação: praticamente todos os dias, a meio da manhã, vou até ao Café Caravela, onde leio o jornal e bebo uma Coca-Cola. Se o tal "Leocardo" achar que lhe devo alguma satisfação ou pretender pedir meças, por causa do aqui escrevo, hoje, já sabe onde me encontrar e mais ou menos a que horas.

Chamo a atenção do tal “Leocardo” para dois detalhes: primeiro, logo que chegar à Caravela, verifique se não está alguém à sua frente. Com a quantidade de "amigos" que eu tenho em Macau, não é hipótese de excluir. Caso assim seja, olhe, faça de conta que tirou uma senha e espere pela sua vez, que o atendimento será feito de acordo com a ordem de chegada. Segundo, se estiver a pensar em ir lá apenas para rosnar, ladrar e cirandar na zona, armado em malandreco e a lançar-me olhares maus, como é seu hábito, não faça isso!

É que eu, depois de ler com a máxima atenção, na noite passada, tudo aquilo que vocês escreveu sobre mim (o que eu ainda não tinha feito) só de imaginar em cruzar-me consigo, vêm-me imediatamente ganas de lhe cortar a garganta, esmagar-lhe o crâneo até a massa encefálica lhe sair pelos olhos fora, arrancar-lhe os tomates e enfiá-los pela sua garganta abaixo. Da próxima vez que o vir na rua, sinceramente, não sei se me consigo controlar e se serei capaz de passar por si sem lhe rachar ao meio essa cabeça de porco.

Não sendo um hipócrita à sua semelhança, não lhe desejo as melhoras, como você fez, várias vezes, nos posts cheios de merda que me dirigiu. Limito-me a copiar uma prática sua, embora discordando dela e despeço-me à moda do Luís Crespo, a.k.a. "Leocardo": vá para a puta que o pariu, seu aborto de merda, sua excrecência purulenta que conspurca este pequeno território.

Faça um favor a si próprio e mate-se rapidamente, antes que alguém, de entre as centenas de pessoas que você sistematicamente tem vindo a insultar, ao longo dos anos, aqui em Macau, decida apanhá-lo pela calada da noite e cortar-lhe os tendões de Aquiles, para o pôr a arrastar-se numa cadeira de rodas pelo resto da vida..

Paulo Reis
pjcv.reis@gmail.com








28 comentários:

  1. Excelente texto!

    Talvez um destes dias lhe passe um carro por cima das patinhas do "Leocardo"; deixa logo de "dar à tecla". É que, a bem da verdade, já esteve muito mais longe disso. E é bom não esquecer: Karma é uma cena lixada.

    ResponderEliminar
  2. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderEliminar
  3. Eheheh... Parece que o homossexual recalcado do Lá Lá Cardo tem feito muitos amigos, tanto em aí Macau como aqui em Portugal. Começo a inclinar-me para a tese do autor deste texto, o desgraçado deve ter uma doença terminal e está a ver se alguém lhe abrevia o sofrimento...

    Agora mais a sério, há uma grande diferença entre criticar as posições ideológicas das pessoas, algo perfeitamente legítimo e salutar, e tentar destruir a vida pessoal e profissional das pessoas por discordarmos das suas posições ideológicas. Se o anormal do Lá Lá Cardo fosse uma criança e não entendesse porque é que essa diferença deve ser respeitada, ainda se lhe perdoava.

    Mas ele não só entende perfeitamente essa diferença, como faz questão de cruzar a fronteira entre a ideologia e a vida real. E isso já não é crítica, isso é perseguição e intimidação. O desgraçado chegou a chamar "neo-PIDE" a uma pessoa que teve a ousadia de discordar dele, quando é ele -e só ele- quem tem tido um comportamento absolutamente pidesco para com as pessoas cuja ideologia ele desaprova.

    Pois bem, se ele quer mesmo ir por aí, então não se pode queixar se acabar com as perninhas todas partidas...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Dê-me um toque. Era capaz de ser interessante trocarmos algumas impressões

      pjcv.reis@gmail.com

      Eliminar
  4. Como já tive ocasião de verificar, este leocardete esfarrapado mental, nado-morto cerebral entre o piolho raquítico e o chato público, falhou claramente a dose da vacinação anti-rábica anual. E agora chavasca incessantemente, chafurdando tudo à sua volta, causando náusea e repulsa a quem observa o sabujo ganindo de excitação. Não vale sequer a ponta de um corno do tempo, energia e atenção, que se desperdiça a analisar este pigmeu mental. É tempo perdido e desperdiçado…

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Totalmente de acordo. Eu não escreveria melhor.

      Eliminar
    2. Não sei se já nos conhecemos, antes. Mas se clhar não era má ideia trocarmos algumas impressões...

      Paulo Reis
      pjcv.reis@gmail.com

      Eliminar
  5. Alguém deveria fazer um 'case-study' do "Leocardo" na área da psicopatia, porque o padrão comportamental dele, recalcado, antissocial, a sua atitude de dominância desmedida de magoar tudo e todos, incapacidade de se olhar ao espelho e ter qualquer momento de humildade e de sentir qualquer remorso, são tudo assuntos que não se deveriam repetir... mas há a genética, ele tem um filho: e a tendência da história em se repetir, ou mesmo karma.

    Coitado do filho que um dia, quando fôr homem (se o dano te ter um pai assim não o traumatizar para a vida) vai-se aperceber que o pai é um verdadeiro idiota! É triste quando um filho tem vergonha do pai mas isso, é lá com eles.

    Não existe um colega de trabalho que tenha algo de positivo a dizer sobre ele; os superiores hierárquicos, toleram-no... até ao dia. A mãe cortou relações com ele. Senhora elegante e de quem todos gostam, admiram, e têm pena... Deve ser uma tristeza profunda para aquela mãe. E eu sei porque indaguei enquando vivi em Macau e ainda hoje sou próximo de muita gente e conheço razoavelmente bem a mãe e o padrasto (pessoas óptimas).

    Do "Leocardo" publicam-lhe uns "artigos" porque é Macau; é uma aldeia, o povo gosta de ler chouriços, aumenta a venda das folhas-de-couve e afaga o ego do tótó do "Leocardo" que se acha o máximo. Quantas vezes em bebedeiras, jornalistas vários não disseram: "aquilo que ele escreve é uma merda mas olha, enche o jornal". Vir de uma família disfuncional lá da aldeia e chegar a Macau, também produz destes seres que Macau, não merece.

    Eu deixo aqui uma mensagem para o "Leocardo" porque como verdadeiro 'democrata' que é, os comentários no blogue dele são censurados; só são publicados os comentários a favor dele.

    O "Leocardo" sofre de doença mental; devia tratar-se;
    enquanto foi ele a ir a páginas de blogues e de Facebook alheias, retirar imagens, fazer captação dos écrans, tirar as palavras e dar-lhe o contexto que ele bem entendeu, ranhoso no 'photoshop' mas nem isso o impediu nunca de denegrir de quem não gostava, era uma alegria! E gente que ele nunca conheceu pessoalmente; destruir a vida e a imagem dos outros era o pão nosso de cada dia!

    Agora que vem um Senhor puxar-lhe as orelhas, o "Leocobarde" passa ao papel de vítima, queixa-se. Com que direito? Tão conveniente e tão pouco surpreendente. Sente-se lesado, imaginem! Como se ficasse com a imagem danificada. Qual imagem? Pois !!!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Brilhante análise!!!!! Perfeitamente brilhante!!!!! Os meus parabéns

      Paulo Reis
      pjcv.reis@gmail.com

      Eliminar
  6. E a bem da verdade, só fica mal ao jornalista Carlos Morais José publicar as diarreias mentais do "Leocardo", mas não é só ao director do Hoje Macau; fica muito mal ao Sr. Consul de Portugal em Macau e Hong Kong ser amigo do "Leocardo" no Facebook, por exemplo e entre outros.

    Há pessoas que deviam cuidar mais da imagem pelo cargo que ocupam e pelo que representam. Pior ainda, os pais que deixam que os miúdos se associem nas redes sociais ao palhacito da aldeia. Não sei se estão à espera que os filhos aprendam alguma coisa com um gajo obcecado por tudo o que tem a ver com sexo no seu pior... anilhas, bilhas... por aí...

    O "Leocardo" demorou anos a assumir o seu verdadeiro nome - Luís Crespo. E só o fez porque um grupo de cidadãos o apertou (e de que maneira!); tal eram os insultos (e o anonimato que assim o permitia, ele de ego a rebentar, a achar-se o palhaço-mor) e foi de tal forma, que apagou o blogue da altura. É aqui que ele se mostra mais palhação! Há sempre forma de recuperar o blogue, e quantas pessoas em Macau não ficaram com fotos, textos, os insultos da altura... as captações de imagem.

    Um destes dias, estou convencido, cai-lhe o tecto em cima, passa-lhe o camião do lixo pelas pernas e ele nem se vai aperceber quem foi; tal é o ódio acumulado em muitas das pessoas que ele lesou e nalguns casos, foram danos irreparáveis. E ele que se lembre que camiões do lixo existem em todos os países, não são exclusivo de Macau. E tanta esquina por esse mundo fora! A culpa, é e será sempre dele e "quem boa cama faz nela se deitará".

    Talvez um destes dias tenhamos todos uma outra surpresa; É que, tendo demorado anos a assumir quem era, talvez um destes dias assuma a sua homosexualidade recalcada. Talvez e de novo, seja apertado para isso. É que, se o karma não perdoa, andar por blogues e 'sites' porno à procura de rapazinhos, deixa sempre rasto.
    Não entendeu por exemplo que antes de desactivar a sua página pessoal no Facebook e com o nome de Luís Crespo, já imensa gente lhe tira "sacado" as fotos e os comentários. Com pretensões a ser 'jornalista', 'opinion-maker', 'video-artist' e ainda não entendeu como é que a tecnologia funciona. Palhação!

    Cada aldeia tem um bobo! Em Macau chama-se "Leocardo" = Luís Crespo.

    Parabéns ao Paulo Reis pelo excelente texto. Divulgarei por email o mais possível.

    E a ti "Leocardo", a mensagem é mesmo a que tu próprio produziste; assenta-te que nem uma luva!
    https://www.youtube.com/watch?v=zcYtEWQYvl0

    Vemo-nos no bloguinho gay esta noite de novo, certo "Lolocas"? xxx

    ResponderEliminar
  7. AHAHAHHAHAHAHHAHA

    Parece que está a chegar o fim para o Lá Lá Cardo. Eu já tinha dito anteriormente que esse taradinho ía acabar muito mal um dia destes. Já não deve de faltar muito pelo que estou a ver...

    Força Paulo Reis, tem o meu apoio e de muitas mais pessoas atrás de si.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Obrigado. Meu caro. Dê-me um toque, julgo que seria interessante trocarmos opiniões.

      Cumprimentos

      Paulo Reis
      pjcv.reis@gmail.com

      Eliminar
  8. O "Leocardo" esqueceu-se destas frases:

    "não faças aos outros o que não queres que te façam a ti".

    "Aqui se faz, aqui se paga. Isso não é uma ameaça, é a lei do retorno."

    "A lei do retorno é Implacável!
    Deixe que a vida se encarrega de dar a cada um o que merece."

    "A lei do retorno não tem erros, cada um recebe exactamente aquilo que oferece, aquilo que "planta", seja em pensamentos, palavras ou acções."

    Há com cada imbecil em Macau que contado parece mentira. Neste caso concreto, o "Leocardo" é o Rei dos Imbecis!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Deus escreve direito por linhas tortas

      Dê-me um toque. Se calhar era interessante trocarmos impressões.

      Cumprimentos

      Paulo Reis
      pjcv.reis@gmail.com

      Eliminar
  9. Ainda a procissão vai no adro e quem cu tem medo. Ou será bilha? anilha?

    A resposta do "Leocardo" a este artigo é de novo caso de preocupação para a família dele. Quando mais 'tecla' mais se enterra. O rapazote devia estudar; mistura alhos com bugalhos, os pés pelas mãos, e acha que assim está bem!

    E o cliché que se aplica: "A ignorância é o pior atrevimento"

    O rapaz até é capaz de ser feliz assim. Ele há coisas...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Não há maior arrogância do aquela que nasce da ignorância. É um sinal de indigência, gente que escreve num jornal, todas as semaanas, e pensa que o Futuro do Indicativo do verbo "Ter" é "terei-o", em vez de "tê-lo-ei".

      Dê-me um toque, talvez seja interessante trocarmos algumas impressões.

      Paulo Reis
      pjcv.reis@gmail.com

      Eliminar
  10. "Leocardo" (26.Nov.16 no FB): "Não pega a bem, pega a empurrão"

    Contra factos não há argumentos; de empurrão percebe o Lolocas. Tanto que o rapaz gosta de ser empurrado que um destes dias, fica entalado, entre um empurrão e outro o entalanço vai ser total.

    Agora a sério:
    Um destes dias a ver se tenho tempo de lhe enviar uma caixa de anilhas porque a que tem, foi gasta nos becos escuros do Fai Tchi Kei e com raras excepções na Taipa!

    Só não sei se lhe mando das redondas ou das hexagonais. O melhor é fazer um 'combinado' e assim o rapaz que se divirta. Enquanto anda distraído com as anilhas não incomoda gente alheia que nunca lhe fez mal nenhum. E é bom lembrar que o rapaz está quase a fazer anos.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Anilhas ou Chocolates Regina:

      "No outro dia deparei-me com as bolachas Belgas da minha infância (Belgas Belgas, deli-ciosas), chocolates Regina (fortificam a vagina)." - "Leocardo" in "O que faz falta" (Bairro do Oriente, 27 de outubro de 2008)

      Que não falte ao palhacito fortificantes.

      Eliminar
    2. Ou isso!

      Ou um pau de todo o tamanho pelos cornos. Eu não me vou dar ao trabalho de escrever, avisar. Lá isso, cá se fazem, cá se pagam.

      E agora vou ali a ver se almoço. Hoje há leitão assado à bairrada

      Eliminar
  11. Falando bem e depressa, o que o "Leocardo" quer sei eu bem. Aliás, o palhacito foi deixando inúmeras pistas sobre isso. As tendências são várias e sobre isso, as inclinações sexuais a ele lhe pertencem.

    Um dia destes, ainda lhe como a mulher. Tarefa difícil não será.



    ResponderEliminar
  12. De facto, não será mesmo difícil.

    Eu próprio pensei nisso num jantar no Cais 22 já lá vão 3 meses.

    O ar da mulher dele, sempre encolhida, a olhar para ele e com medo. Cheguei a pensar se não haveria por ali violência doméstica, tal era o ar infeliz e subserviente da mulher. Não metia os fai-tchis à boca sem olhar para ele como que a pedir autorização para comer. Ar assustado.

    Se o animal do "Leocardo" é o que é com quem decide embirrar porque acordou mal disposto, porque acha que quer e pode, imagine-se como será em sua própria casa.

    Não deixa de ser curioso como ele se referiu à mulher na noite em que o puto nasceu: "Enquanto levavam a vitela para o matadouro, perdão, a parturiente para a sala de partos (...)" [http://bairrodooriente.blogspot.com/search?q=sebasti%C3%A3o]

    É cá uma gracinha chamar a mulher de vitela que ele nem imagina. Tanta elegância que até dói. A sorte é que a mulher, não falando Português, passa-lhe tudo ao lado, ou pelo menos o grosso da perversidade e malvadez do bicho que tem em casa. Mas disso, também se trata...

    O filho está quase com 16 anos e vai ficar igual ao pai; aliás, já está exactamente como o pai. Com uma influência daquelas em casa, o que é que se podia esperar? Os alicerces familiares são poucos, básicos, a cultura e as boas maneiras não abundam, e são muito fracos.

    O "Leocardo", é um grunho do Montijo (com todo o respeito para quem lá nasceu e vive). Um gajo que nunca evoluiu, que nunca se fez, pai e mãe divorciados, os ressabiamentos e ódios que daí resultam, e o fascínio e alucinação que o anonimato lhe deu durante anos e foi no que deu.

    De repente, achou que era alguém! Achou, alucinou e derrapou. E ainda acha que é um gajo normal, das Arábias! O melhor de todos.

    Vai acabar na vida com tudo o que deu aos outros, na mesma dose e na mesma medida. E a contribuição da minha parte para que assim seja, será tremenda!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Não acredito! F.........!!!!!!!! Não acredito! Recuso-me a acreditar que haja seres humanos que desçam tão baixo! Porra! E já vi muita coisa na merda da vida, já fiz 60 anos! Coitado do miúdo, ser filho de quem é! Meu Deus!!!!!!!

      Paulo Reis
      pjcv.reis@gmail.com

      Eliminar
  13. Mensagem para o "Leocardo" que não me liga nada lá no blogue dele:

    Oh "Lolocas" do meu coração
    Atão agora fica assim, chateada? até parece que partiu uma unha, sei lá...

    Deixe-se lá dessas coisas rico, olhe que assim fica cheiiiinho de rugas quiduxo. E sabe como os meninos não gostam mesmo nada de pele enrugada, não sabe?

    Vá lá cozer mais umas morcelas de arroz, daquelas grossas que você gosta e relaxe. Um absinto depois do jantar, uma máscara de pele e fica pronto prás curvas. Não se aborreça que a vida são 2 dias.

    Isto não parece nada seu rico!

    Tanto que o quiduxo se riu a tirar fotos das pessoas de quem não gosta, a manipular as fotos e a tirar tudo fora do contexto só para chatear... lembra-se rico, o quanto se riu? Era tãããão engraçado, tal qual o rico que é uma fofura nessas coisas, não pode ficar chateado quando leva um puxão de orelhas. O que é engraçado hoje pra si, amanhã é engraçado para os outros. Tem de ser mais tolerante rico, que eu assim não gosto mais de si sua ganda maluca.

    https://youtu.be/ujpOq5ndLTU

    E no próximo video não esquece de colocar os brincos que eu lhe dei môr! Fica mais compostinho. xxx

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Caro Pedrocas Navarro:

      Obrigado por esta dica! Já fiz o download de pratiamente todos os vídeos do Leocardo que interessem, mas este tinha-me escaapado! Ainda consegue ser melhor do que o "Rua da Madalena - Bar Gay"....

      Paulo Reis
      pjcv.reis@gmail.com

      Eliminar
    2. Meu caro, será ke me pode dar um toque para o pjcv.reis@gmaail.com? Se calhar, precisava de lhe pedir um pequeno favor, se não fosse grande maçada..

      Cumprimentos

      Paulo Reis

      Eliminar
  14. Meus caros amigos:

    Estou a ver, com satisfação, que o Leocardo tem mais "amigos" do que eu pensava. Depois de o ver a escrever uma página de opinião no Hoje Macau, estas demonstrações de "amizade" que ele recebe, no meu blogue, renovam-me a esperança no futuro da Humanidade! Bem hajam!

    Já agora, um favor, para quem tiver tempo, disponibilidade e gosto: estava apensar em fazer um pequeno concurso, durante este fim-de-semana, paara eleger o "MELHOR VIDEO GAY DO LEOCARDO". Assim de repente e lembrando-me dos vídeos dele que já me passaram pelo écran, há três que mrecem estar na lista de obras a concurso. Algém tem mais sugestões?

    Cumprimentos

    Paulo Reis
    pjcv.reis@gmail.com

    ResponderEliminar
  15. Esta faceta de artista de vídeos gay, desconhecia por completo e se já estava apreensivo com as figuretas que o anormalóide fazia por escrito, agora, além de impressionado, fiquei esclarecido… chega a ser inacreditável que ainda ninguém tenha internado esta coisa numa instituição de cuidados de saúde mental…

    ResponderEliminar
  16. Divulguei aqui:

    http://historiamaximus.blogspot.pt/2016/12/anti-semitismos-e-outros-chorrilhos.html

    ResponderEliminar