sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

"Post" dedicado a dois palhaços e a uma tontinha



Este "post" é especialmente dedicado ao palhação do Amilcar Carvalho aka Mica Costa-Grande, que inventou que a minha família estava "devastada" com a gravidade da minha alegada "perturbação mental crónica". O mesmo quanto ao palhacito do António Mil-Homens, que achou por bem vir ladrar para uma página do meu Facebook, sugerindo-me, em tom paternalista, que acabasse com "os disparates" relacionados com o Amílcar Carvalho. A tontinha da jornalista da TDM alinhou pelo mesmo diapasão e teceu comentários abaixo de cão, em relação a mim, para defender o indefensável. Nunca pensei que houvesse tantos neo-Nazis no seio da comunidade portuguesa de Macau.

Um dia destes, ó pessoal, vocês têm que ir todos em peregrinação a Auschwitz e fazer o mesmo  que o vosso amigo Tayeb Habib fez - medir a largura das portas dos fornos crematórios para chegar à conclusão de que não podiam ter sido ali mortos tantos judeus. E já agora, quando o Amílcar Carvalho escreve que o Ziklon B era usado para matar os piolhos dos emigrantes mexicanos que vinham para os Estados Unidos, e que era um gás inofensivo para os seres humanos, isto é o quê? É uma manifestação de repúdio perante esse crime hediondo que foi o Holocausto?

Manifestação por manifestação, fiquem-se com esta manifestação de apurado sentido de humor, da parte do vosso ídolo e mentor, Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande, ao glosar o tema "Arbeit Machts Frei", com toques de Monty Python:





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