terça-feira, 8 de agosto de 2017

OS NOVOS PORTUGUESES




Pela calada da noite e com pés de veludo, o governo de António Costa tem vindo a introduzir alterações à Lei da Nacionalidade e à legislação sobre estrangeiros que mais parecem ter sido ditadas pelo sr. Mamadou Ba, da chamada Associação SOS Racismo, com a ajuda desse português nojento que dá pelo nome de Daniel Oliveira.
Dentro de algumas décadas, Portugal será um país diferente, graças a esse conjunto de políticas – um país mais parecido com a Cova da Moura do que com Bragança.
A partir de agora, de acordo com o Diário de Notícias, qualquer estrangeiro que seja apanhado com 20 quilos de cocaína ou que corte as goelas de algum incauto cidadão, deixa de ser expulso, após cumprimento dos habituais 10 ou 15 anos de prisão. Recompensa-se o crime com a manutenção da autorização de residência. Já cá temos poucos deste tipo de criminosos, grande número deles proveniente dos PALOPs. Precisamos de mais, obviamente.


Qualquer estrangeiro que queira vir trabalhar para Portugal, obtém uma autorização de residência com uma simples “promessa de contrato de trabalho”, dispensando-se o visto de entrada – isto, de acordo com a lei publicada no passado dia 7 de Agosto, no Diário da República.
Acresce que o PS pretende também conceder automaticamente a nacionalidade portuguesa aos filhos de casais progenitores desde que um deles resida em Portugal há mais de dois anos. O conhecimento da língua portuguesa deixa de ser condição necessária para aquisição da nacionalidade, para todos os nascidos nos PALOP.
Em 2016, na cimeira da CPLP, o primeiro-ministro tentou fazer aprovar esta proposta mas felizmente esbarrou com a recusa do Brasil, pouco interessado em apanhar com alguns milhões de imigrantes angolanos e moçambicanos. 
Caso contrário, hoje em dia todo e qualquer cidadão natural de Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Guiné, Cabo-Verde, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e Guiné Equatorial poderia fixar livremente residência, independentemente de quaisquer condições, num dos oito países que integram a CPLP. 
Claro está que Portugal seria um destino privilegiado desse "turismo globalizante" que António Costa tanto parece apreciar.
E, de um ponto de vista prático, estas medidas irão contribuir, a longo prazo, para a concretização de um objectivo, hoje em dia muito em voga entre a Esquerda norte-americana e os movimentos de activistas negros: o extermínio da raça branca, como explica o professor de Harvard, Noel Ignatiev, num artigo publicado na revista "Harvard Magazine":
"The goal of abolishing the white race is on its face so desirable that some may find it hard to believe that it could incur any opposition other than from committed white supremacists (…) Make no mistake about it: we intend to keep bashing the dead white males, and the live ones, and the females too, until the social construct known as 'the white race' is destroyed—not 'deconstructed' but destroyed."